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 "Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar."  

 Autor desconhecido


Comportamento: Apelidos

Há uma necessidade em chamarmos os outros por alcunhas que criamos

Imagem: http://www.kl.unibe.ch/kl/llbs1/franz/dialog/bla%20bla%20brun.jpg

Chamar uma Fernanda de Fê, um Guilherme de Gui ou uma Talita de Lita é algo trivial. Mas também há casos em que chamamos um Felipe de Sapo ou outro apelido qualquer por uma razão que originou a alcunha. Mas por que as pessoas têm essa necessidade de criar um apelido, um nome diferente para chamar por alguém?

Somos todos diferentes, ninguém é igual a ninguém, mas há uma uma vontade de prova isso. Fazemos isso de várias maneiras: nos vestindo com um estilo próprio, gostando de determinados assuntos e coisas diferentes para fazer e, por que não?, chamando as pessoas por nomes que nós mesmos criamos.

Há um certo prazer em chamar uma pessoa por um termo diferenciado que faça com que quando ela for chamada por nós saiba quem a está chamando. É bom saber que há um diferencial em nosso chamado ou que temos determinada intimidade com certa que pessoa que nos garanta liberdade para chamarmos essa pessoa de uma forma mais carinhosa. Ou forma que apenas um grupo restrito utilize.

É do feitio do ser humano atribuir nome às coisas para organizar e encontrar o que queiramos. Você já pensou no porquê mesa chamar-se mesa e cachorro receber esse nome? Por que o contrário não ocorre? Poderíamos chamar o que chamados de mesa de cachorro. E vice-versa. Um Sérgio da vida poderia se chamar Rafael ou não? São convenções. Uma forma adotada para chamar alguém ou atribuir um nome a algo.

O engraçado é que quando nascemos e um nome é atribuído a nós não conseguimos nos imaginar com outro. Eu não consigo me imaginar sendo chamado de Rogério ou Ricardo. Falando nisso, eu nem tenho apelido já que meu nome diferente funciona como um (rs).

Ah, e tem aquelas situações em que conhecemos uma pessoa e ao perguntarmos seu nome ela se apresenta como Fernanda. E pensarmos: "ela tem cara de Marcela". Como é a cara de um Renato ou Flávio eu não sei, mas que somos marcados pelos apelidos que nos atribuem ao longo de nossas vidas, isso não tenho dúvidas.


PS: Quem comentar este post insira seu apelido também se tiver um.



 Escrito por Khêder Henrique às 20h54
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Páginas Interessantes: Casa das Idéias

 

Carla e Thiago sãos "culpados" pelo blog Casa das Idéias

Imagem 1: http://casadasideias.zip.net/images/carla2.jpg

Imagem 2: http://casadasideias.zip.net/images/thi2.jpg

Demorei, mas finalmente escrevi. Aqui está um post sobre o blog Casa das Idéias, uma das páginas interessantes que indico na coluna ao lado. A página é produzida pelo casal Thiago Soeiro e Carla Jaróla. Ambos têm 21 anos e são estudantes de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo (sim, eles são da minha classe também).

O "Casa das Idéias tem por objetivo abordar as novidades de cinema, música e quadrinhos, com uma opinião crítica. A gente opina de propósito, mas também foi combinado de não fazer um texto longo, cansativo. E sempre que possível, nós colocamos links com críticas de jornais ou fotos", esclarece Carla. O nome que dá título à página é uma homenagem a Marvel Comics, a maior editora de quadrinhos dos EUA.

Thiago adora quadrinhos e cinema. No blog, além de dar dicas e opinar sobre HQ e sétima arte, ele "dá uma de webdesigner" já que, da dupla, é o que mais domina a linguagem HTML. No mundo virtual, ele também pode ser encontrado no Best Lap, um site sobre automobilismo  que surgiu de um fórum e é mantido por um grupo de amigos que tem em comum a paixão pela velocidade. No site, Thiago é fotógrafo, colunista e jornalista.

Carla gosta de cinema e, principalmente, de música. Sendo ela, a responsável no blog, pelos posts sobre o mundo musical. Suas andanças pelo mundo virtual começaram em 2002, quando surgiu a idéia de fazer um site com uma proposta semelhante ao do Casa das Idéias. Seu nome era A Busca. Ele chegou a ir ao ar, porém o projeto não prosseguiu por falta de tempo para atualizar a página.

O Casa das Idéias uniu o útil e o agradável quando surgiu a oportunidade de produzir um blog para uma disciplina da faculdade. A página está no ar desde março e aguarda uma visita sua porque vale a pena.



 Escrito por Khêder Henrique às 21h17
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Notas: O Metô Disney está de volta

Michey é presença garantida no blog

Imagem: http://metodisney.blig.ig.com.br/imagens/mickey.gif

Após um período conturbado, o blog Metô Disney volta ao ar. A página tem como proposta falar sobre o que acontece nos bastidores da Universidade Metodista de São Paulo, onde estuda o aluno de Jornalismo, Alexandre Koda, autor do blog.

A página tinha saído do ar por motivos de força maior como alguns desentendimentos com a reitoria da Universidade. Mas, após algumas reformulações, o blog voltou com força total, trazendo seus comentários ácidos e engraçados sobre o que professores e alunos falam nos corredores e que fazem a alegria (leia-se: conscientizam) dos visitantes. 



 Escrito por Khêder Henrique às 21h07
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Enquetes: Reformulação da nova enquete

A nova enquete, que entrou no ar na última segunda-feira, "Em matéria de relacionamentos, qual a sua situação?" foi reformulada a pedido de alguns visitantes.

Acontece que ela não oferecia a opção solteiro (a) que eu esqueci de colocar! Quer dizer, muitos não tinham opção de escolha. Os mais "livres" poderiam votar somente na opção enrolado (a), que cheguei a brilhante conclusão de ser o mesmo que ficante, a segunda opção.

Para efeito de credibilidade os votos foram zerados. Em quatro dias de exposição no ar, a enquete já tinha recebido mais de 20 votos. Quem votou anteriormente, peço que votem novamente e me desculpem pelo transtorno. A enquete ficará no ar até o dia 27 de junho.

É o RR fazendo o blog que seus visitantes gostam de freqüentar.



 Escrito por Khêder Henrique às 20h59
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Cinema: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

O pôster do filme

Imagem: http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos/harry_potter_prisioneiro/poster.jpg

Não é qualquer diretor que mostra na primeira cena de seu filme a que veio. Alfonso Cuarón faz muito bem isso numa cena em que coloca Harry sugestivamente debaixo das cobertas de sua cama na seqüência que inicia Harry Potter e o Prisioneiro de Azkban, a terceira parte das aventuras deste simpático jovem bruxo.

É sempre bom lembrar que num filme evento como esse em que diversos interesses e um orçamento de 130 milhões de dólares estão em jogo, ter liberdade criativa é um desafio. Alfonso faz o que pode já que tinha que responder ao que fazia para, desde a criadora do personagem, J. K. Rowling e os estúdios Warner, passando pelos fãs até ao faxineiro dos sets de filmagem.

Ao contrário do pau mandado do Chris Columbus, este novo diretor deixa de lado a falta de ousadia e bom mocismo dos filmes anteriores para contar uma história mais sombria e madura que, por muitos, é considerada a melhor dos livros. Neste ponto, Cuarón teve sorte, pois uma boa trama já era boa parte do caminho percorrido. Mas não saber contar esta história seria um erro. Que, felizmente, não foi cometido.

Ele fez o que já deveria ter sido proposto antes: vamos esquecer os livros. Nas obras literárias há tramas e subtramas. Ora, um filme de duas horas e meia não pode percorrer todos estes caminhos. Ele precisa ser mais bem amarrado, então deixemos de lado os excessos para apresentar a trama principal e aproveitar melhor alguns bons personagens secundários (que sempre foram limados nos longas anteriores).

E justamente por mudar tantas coisas (o que parece desagradar muita gente) este é um filme bem superior aos seus antecessores. Mudar é a questão. Eu que li o livro prefiro ir ao cinema para ter surpresas e não ver filmada cenas que já conhecia previamente.

Isso tudo é irônico. A mudança de diretor acontece bem no filme que é a hora da virada para Harry Potter. Nesta aventura, tudo muda para o rapaz: ele está deixando de ser criança para entrar na adolescência, seu mundo de fantasia perfeito e infantil torna-se mais adulto e magicamente perigoso e o velho maniqueísmo (bem versus mal) fica para trás. Não poderia me expressar melhor do que Érico Borgo, em sua resenha para o site Omelete, "a divisão entre o bem e o mal não é mais aquele preto e branco contrastante das suas aventuras anteriores. Agora, como nas paisagens sombrias registradas por Cuarón, há uma gama de cinzas que mudará sua vida para sempre."

O hipogrifo e o menino bruxo

Imagem: http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos/harry_potter_prisioneiro/01.jpg

Em seu terceiro ano letivo em Hogwarts, Harry toma conhecimento da fuga de Sirius Black da temida prisão de segurança máxima para os bruxos, Azkaban, da qual ninguém escapara anteriormente. E todos suspeitam de que este ex-presidiário, antes aliado do grande vilão da série, Voldemort, está atrás do último descendente do clã Potter. Para protegê-lo e guardar Hogwarts, os guardas de Azkaban são destacados. A questão é que os dementadores podem significar mais problemas do que solução.

Adorei os dementadores que ficaram diferentes dos Espectros do Anel de O Senhor dos Anéis. Esses seres são como almas penadas que sugam a felicidade (e a alma) das pessoas felizes ao seu redor tirando-lhes a alegria de viver. Assim, as pessoas que sofreram grandes traumas durante suas vidas são tão vulneráveis a elas. Os dementadores são praticamente a personificação do medo e da depressão. Preciso dizer por que Harry Potter terá tantos problemas com eles?

Numa história que flerta com a sexualidade e a morte (temas que não cabiam nas tramas anteriores), o diretor encontra ainda espaço para humor refinado e negro. Há piadas que só os mais velhos captarão e piadas das quais não podemos deixar de rir. E claro muitas cenas bonitas.

O vôo de Harry no hipogrifo é minha preferida e, para mim, a única que nos três filmes captou o espírito da série de livros. Um garoto com problemas que o perseguem desde antes de nascer e que ele não sabe o porquê, mas que encontra nos raros momentos de descontração uma válvula de escape para curtir o que a vida pode oferecer de bom. Destaco as cenas que marcam as mudanças de estação com ênfase para a folha caindo demonstrando a chegada do outono. É sublime. Neste filme sim, podemos perceber que a história acontece durante um ano inteiro.

O filme não é perfeito, mas um entretenimento bem a frente da Pedra Filosofal e da Câmara Secreta. Acho que dois detalhes que foram suprimidos do filme não poderiam faltar: explicar como Siris escapou de Azkaban e quem são os autores do Mapa do Maroto. Acho que este último detalhe é importante, pois cria uma ligação entre Harry e seu falecido pai.

As atuações são bacanas, o trio de protagonistas cresceu e conseguem ser mais verossímeis no que querem mostrar. Entre os atores mais jovens acho apenas que Tom Felton, o ator que interpreta Draco Malfoy estava melhor na Câmara Secreta. Em Azkaban, ele ficou patético com momentos exageradamente afeminados. Não gostei. Gary Oldman é Sirius Black e é uma pena aparecer tão pouco. Emma Thompson é muito divertida como a professora de adivinhação nas (apenas) três cenas em que aparece. O professor Lupin de David Thewlis torna-se tão querido e paternal quanto no livro sem ser piegas e Michael Gambon (que substitui o falecido Richard Harris) imprime um novo ar ao professor Dumbledore que dispara a todo momento frases que dançam em volta de uma tênue linha que separa a sabedoria e a loucura.

Enfim, este filme provocou em mim um efeito contrário ao primeiro filme, ele aumentou minhas expectativas com relação ao próximo (HP e o Cálice de Fogo) que é o meu livro preferido. O Prisioneiro de Azkaban vale a pena por sua proposta de transformação que traz (assim como a vida nos transforma) apresentando em um mesmo filme seres sugadores de almas e a inocência de dizer as seguintes palavras secretas para revelar um mapa mágico: Juro solenemente não fazer nada de bom.



 Escrito por Khêder Henrique às 19h46
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Cinema: Algumas palavras sobre Harry Potter e seus filmes

O pôster de A Pedra Filosofal

Imagem: http://www.giulianova.it/images/harry-potter.jpg

A primeira vez que ouvir falar que fariam um filme com Harry Potter eu tinha acabado de ler o terceiro livro e fiquei contente. Na minha opinião, descobriram uma obra interessante que, sem dúvida, daria um bom filme. A expectativa cresceu com a chegada do lançamento de Harry Potter e a Pedra Filosofal e quando finalmente adquiri meu ingresso a decepção foi enorme.

Os cenários eram lindos, o personagem parecia que tinha sido arrancado do livro, os elementos estavam ali, mas aquela atmosfera, o que eu via não era Harry Potter. Dúvidas pairaram sobre a minha cabeça: Cadê aquele clima? E aquelas sacadas legais que faziam a leitura tão divertida? Onde foram parar aquelas cenas que eu considerava chaves? Que filme é esse que traz como melhor cena (a do jogo de quadribol), uma cena que não acrescenta muito a história e é totalmente dependente de efeitos especiais? E a maior das dúvidas: Por que o livro é um milhão de vezes mais mágico que o filme?

Lido alguns textos depois eu cheguei a uma conclusão a qual eu teria chegado antes se fosse um pouquinho mais entendido de cinema: Adaptação. O problema era isso! O primeiro filme exibia cenas do livro e pronto. O diretor Chris Columbus lia uma página e filmava, lia outra e fazia o mesmo. A culpa era daquele diretor infeliz que não sabia o que significava adaptar. Adaptar é o mesmo que adequar, pôr em harmonia. Tornar possível a utilização de uma obra de uma mídia (no caso, a literatura) em outra (no caso, o cinema).

Veja bem: jogar inúmeras informações de uma obra impressa (a qual podemos voltar e reler quantas vezes forem necessárias para absorvermos tudo) num filme (um tipo de obra mais rápida que nos exigia captar uma informação na primeira vez em que ela aparece) é um grande erro. Você pode falar, "mas quando vejo um filme posso aperta 'voltar' e ver novamente". Sim, quando você vê um filme na sua casa. No cinema, não podemos falar para o projetor: "Ei, volta essa cena que eu não entendi".

O guerreiro Harry em A Câmara Secreta

Imagem: http://boychoir.free.fr/siteb/news/potter2.jpg

Assim, minhas questões foram respondidas aos poucos. Cadê aquele clima? Aquele clima foi pro espaço com aquelas cenas curtas (o filme parece uma série de quadros desconexos entre si) intercaladas por cortes bruscos. Isso aconteceu porque o Chris quis colocar mais informações que o necessário. E aquelas sacadas legais que faziam a leitura tão divertida? Isso é um problema do cinema, no caso. A obra original é um livro que utiliza recursos estilísticos próprios da literatura que não poderiam ser "filmados" na tela grande. Isso perde-se mesmo. Ou poderia ser posto de outra forma por um diretor mais visionário, valendo-se dos recursos próprios da linguagem cinematográfica.

Onde foram parar aquelas cenas que eu considerava chaves? Elas desaparecem em detrimentos de cenas menos importantes que agradariam os fãs. Que filme é esse que traz como melhor cena (a do jogo de quadribol), uma cena que não acrescenta muito a história e é totalmente dependente de efeitos especiais? Neste ponto, podemos observar a visão restrita de um diretor extremamente comercial que pensou na magia que aparece nos livros como sinônimo de efeitos especiais. Estes são o grande atrativo do filme. Mais do que a história, os personagens ou as emoções em jogo. E a maior das dúvidas: Por que o livro é um milhão de vezes mais mágico que o filme? Porque o livro não foi escrito pelo Columbus (rs). Na verdade, talvez porque EU goste mais de literatura do que cinema, não sei dizer. É uma pergunta subjetiva e pessoal demais para responder com certeza.

Enfim, não dava para ir ao cinema esperando ver esta ou aquela cena do livro e meus anseios diminuíram bastante quando assisti a Harry Potter e a Câmara Secreta. Talvez por isso tenha achado a seqüência menos ruim. O grande defeito do primeiro filme foi suavizado: aquela terrível sensação de estar assistindo a uma série de episódios e não a um filme. Praticamente todas as cenas tinham alguma importância para estarem ali e faziam a história andar (o que não acontece no primeiro) e não aparecem somente para agradar aos fãs do livro. Lembrem-se: tem muita gente que nunca leu os livros e quer apenas curtir uma sessão de cinema. Eu arriscaria dizer até que algumas cenas desse segundo filme superam as do livro, principalmente nas de ação. Mas, no meu conceito, ambos os filmes estão a quilômetros de distância de entrarem numa lista de grandes filmes.

Uma cena que demonstra minha frustração com a Câmara Secreta é justamente no seu final: a cena em que as lágrimas da Fênix curam as feridas de Harry. Quem assistiu ao filme me diga: o que era aquilo? Por favor, aquela infeliz cena parecia final de filminho B da Sessão da Tarde! No livro, é uma cena muito bacana que denota esperança e dá forças para o protagonista antes de sua prova final. O que foi que fizeram?

Há um detalhe que gosto de falar para todos prestarem atenção: as cenas em que Harry chama sua coruja pelo nome foram todas editadas em HP e a Pedra Filosofal, ou seja, quem não leu o livro e apenas viu o primeiro filme não sabe que aquela linda coruja branca chama-se Edwiges. O mais engraçado é que em todas as cenas do segundo filme em que a coruja aparece, Harry a chama pelo nome. Talvez esta foi uma precaução do Columbus para não editar o nome de Edwiges novamente, ou seja, se a coruja aparecer, dirão o nome dela (rs). Pode reparar.

Para alguém como eu que leu os livros, parece que pegaram as obras e as esfaquearam (assim como Harry fez com o diário de Tom Riddle). E não falo isso por cortarem cenas dos livros (tem muita coisa ruim e chata que não devia aparecer mesmo), mas por os filmes não captarem o clima, a substância, o espírito, a verve da Rowling, sei lá, o que faz da obra literária um entretenimento bacana.

Foi então que anunciaram que o diretor do terceiro filme seria outro e as coisas poderiam tomar um novo rumo.


Amanhã: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban aqui no RR.



 Escrito por Khêder Henrique às 21h29
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Enquetes: Em matéria de relacionamentos, qual a sua situação?

Neste último fim de semana,  a enquete "O que você prefere em cultura?", que procurava descobrir um pouco dos gostos dos visitantes do RR, chegou ao fim. Os resultados me surpreenderam e os números ainda mais! A enquete teve nada menos que 160 acessos! E recebeu 89 votos em 2 semanas de exposição.

A grande maioria prefere Música (42,7%) para meu espanto. Afinal, esse seria o ponto fraco do blog, já que é o assunto que menos aborda. Em seguida, Literatura com 24,72%. Bem abaixo das minhas espectativas. Cinema ficou em terceiro lugar com 19,1% e Teatro e Artes Plásticas foram bem inexpressivas com apenas 7,87% e 5,62% dos votos. Ou seja, vertentes culturais importantes, mas bem menos apreciadas. Infelizmente. Confesso que também são as opções que menos tenho contato. Não por falta de vontade, mas verba, afinal, grandes espetáculos e exposições não oferecem ingressos com preços convidativos.

Muito obrigado a todos que participaram.

Hoje, entrou no ar, a nova enquete "Em matéria de relacionamentos, qual a sua situação?" que quer descobrir mais sobre os visitandes do RR. Após o Dia dos Namorados, não poderia deixar de fazer uma pergunta sobre como andam os relacionamentos de nossos amigos e amigas virutais. Então? Está enrolando, ficando, namorando, noivando ou já é casado (a)?

Não deixem de participar!



 Escrito por Khêder Henrique às 22h04
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   Khêder Henrique

 

 

 

Khêder Henrique mangá

 

 

    22 anos

    Estudante de Jornalismo

    Escritor a todo momento

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 Blog sobre cultura e comportamento produzido por Khêder Henrique

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