Comportamento: Religião

A religião é uma forma de encontrar conforto
Imagem: http://www.threshold-rpg.com/images/religion-header2.jpg
Após, falar de deuses e de uma guerra mitológica que iniciou-se devido a uma divergência divina durante esta semana, resolvi escrever o comportamento desta sexta-feira sobre religião.
Temática polêmica. Todo cuidado é pouco quando falamos sobre o assunto. Não estou aqui para dizer se os preceitos desta ou daquela religião estão certos ou errados, no que devemos acreditar ou não... apenas para refletir um pouco sobre o comportamento das pessoas diante da religião.
Conforto é uma palavra que demonstra muito o que penso a respeito da temática. Em qualquer que seja a religião, em geral, seus adeptos buscam esclarecimentos, pensamentos e reflexão a respeito da vida e da morte. Ou seja, uma forma de se confortar. A vida, em si, não é fácil, muito menos justa com quase todos nós. O mundo em que vivemos só complica as coisas, pois nem mesmo nos permite tempo suficiente para respirar e desfrutar dessa vida (confira o post do dia 04 de Junho de 2004 sobre a falta de tempo no dia-a-dia). Ou estamos trabalhando ou estudando. Os momentos de lazer e prazer são cada vez mais escassos e a vida passa como um raio. E lá se vai o tempo para nós mesmos.
Em meu perfil, digo que não gosto de fanatismo religioso. E é bom esclarecer. Acho que o fanatismo em si é algo perigoso. Se você é fanático por algo, você já perde a capacidade de enxergar o todo do objeto de fanatismo de imediato. Não ver seus defeitos, por exemplo, já é por si só um grande problema. E ser fanático religiosamente é ainda pior, pois a religião é algo que implica comportamentos diante da própria vida e seu sentido.

As doutrinas são diversas: busque a te conforte, mas sem fanatismos
Imagem: http://www.pcusa.org/today/images/cover/1003/science-religion.jpg
Acredito que não podemos deixar uma religião, qualquer que ela seja, tomar conta de nossas vidas de tal forma que torne-se seu próprio sentido, ou seja, viver em função da religião. Creio que a religião é um auxílio para encontrar o próprio sentido que a vida sozinha não nos revela. Uma pessoa é quem dá sentido para sua própria vida. Fazendo planos, buscando sonhos, procurando respostas para suas dúvidas existenciais, relacionando-se com pessoas que sejam a favor ou contra suas idéias pessoais e expressando-se livremente.
Viver não deixa de ser entender o estar aqui e agora. E o porquê disso tudo. Não apenas existir. Um poste existe, este blog existe, sua casa existe, mas esses objetos, lugares reais e virtuais não vivem. Nós sim.
Por isso, comprar simplesmente uma idéia e viver em função dela não é certo. E a falta de tempo no dia-a-dia não é desculpa. Ainda mais com as mentiras vendidas como verdades que existem por aí. Falsos profetas e pessoas que brincam com a crença alheia. Algo que condeno totalmente. Enfim, busque a melhor forma para você viver dando sentido para sua vida, sem fanatismos.
Pensei diversas vezes antes de levar este post ao ar. É como mexer com marimbondos. Entre o sim ou o não, optei pela primeira opção por acreditar (estou usando muito este ver bo hoje) que o tema complicado e polêmico - pois cada pessoa possui sua própria visão sobre o assunto - renderia uma saudável discussão. Sei que muitos têm algo para acrescentar ou rebater uma idéia exposta, então, mãos à obra. Todos estão convidados a opinar. Logicamente, expondo suas idéias livremente, mas sem desrespeitar as crenças de outros.
Escrito por Khêder Henrique às 20h07
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Cinema: Tróia

Pôster do filme dedicado ao lendário cavalo
Imagem: http://www.cinepop.com.br/cartazes/troia.jpg
O filme de Wolfgang Petersen é pretensioso. Filmar um episódio da mitologia grega não é tarefa para qualquer um, imagine então fazer isso com, talvez, o maior de todos esses episódios. Ao tentar transformar a Guerra de Tróia num filme épico, Hollywood nos apresenta Tróia - ou "tralha", como já sugerem alguns críticos -, um filme absurdamente sem graça.
As cenas de batalha são grandiosas? Depois de Senhor dos Anéis, é muito difícil não cair em falsas promessas fazendo propagando do que não se pode oferecer. Não troco a Batalha do Abismo de Helm, em As Duas Torres, pelas espadadas frente aos muros de Tróia. Assim com não troco Aragorn por Aquiles. À propósito, as cenas de ação de Tróia são bem coreografadas, é perceptível a tentativa de mesclar os golpes com punhos e chutes às espadadas, defesas e ataques com lanças. Mas algumas cenas são repetitivas. É inexplicável a tentativa de Aquiles aplicar o mesmo golpe uma série de vezes. Se Tróia fosse um jogo de luta para vídeo games, aquele ataque poderia ser o golpe especial do personagem. É só pressionar meia-lua + botão A no seu joystick que Aquiles faz o resto.
Após A Paixão de Cristo falado em aramaico é estranho engolir gregos e troianos falando inglês. Frescura? Na cena em que Aquiles diz "A imortalidade é de vocês" eu diria que Brad Pitt quase acrescentou um "caras". Já imaginou? "A imortalidade é de vocês, caras".

As praias de Tróia são tomadas pelos gregos
Imagem: http://www.cinepop.com.br/fotos/troia_6.jpg
Como dito ontem, na mitologia, a obra imortal de Homero apresenta os deuses como peças importantes na trama, que envolvem-se na guerra e vão tomando partido de um dos lados. Há momentos em que gregos levam a melhor por causa de algum tipo de intervenção divina e outros em que os troianos se sobressaem e assim por diante. Assim, a batalha se estende por mais de uma década. Como mostrado no filme, a batalha parece ter durado um mês. Não há a idéia de passagem temporal. E os deuses são apenas mencionados como crenças.
Certo, o diretor tentou uma abordagem mais realista, algo do tipo "como deve ter acontecido". Só que da forma colocada a religiosidade dos personagens é reduzida ao plano de uma disputa tolinha entre crentes e ateus. Entre os gregos, Aquiles é ousado e tido como corajoso por cortar a cabeça de uma estátua de Apolo sem temer a ira divina. Entre os troianos, Heitor é mais ponderado por querer tomar decisões mais práticas do que ficar esperando este ou aquele deus sinalizar a vitória ou derrota.
Homero é imparcial, ou pelo menos tenta, mostrando os dois lados e seus campeões com interesses particulares na guerra sem dizer quem são bons ou maus. Ele simplesmente apresenta os fatos. Helena não foi correta ao fugir com Páris, mas seu marido Menelau também nunca foi um bom marido. Mas Hollywood é contaminado por um maniqueísmo que teima em permear suas obras. O filme é parcialíssimo mostrando os gregos como conquistadores malignos que chegam para tirar a paz da tranqüila e paradisíaca Tróia.

Cenas de batalha grandiosas? Já vi coisa melhor, hein?
Imagem: http://www.cinepop.com.br/fotos/troia.jpg
A trilha sonora é repetitiva. As músicas são muito parecidas, parece que uma mesma música é tocada durante o filme inteiro. E algumas não são colocadas nos momentos adequados, acrescentando a emoção que a cena exigiria. Isso fica ainda mais estranho quando sabemos que pouco tempo antes da estréia do filme, os produtores descartaram a trilha que estava sendo produzida há mais de um ano e chamam um novo compositor às pressas para fazer o trabalha do zero.
E quanto a trama cinematográfica, eu faria uma pequena alteração no título, ao invés de Tróia, a película poderia se chamar Aquiles já que dá uma grande importância (desnecessária, eu diria) aos dramas do personagem que não são tão sérios para tanto.
Então, o filme só possui defeitos? Não. Há grandes atuações como as de Peter O´Toole (Príamo) que é imbatível, mas aparece pouco. Destaque para a cena em que ele conversa com Aquiles. O motivo da conversa já emociona a qualquer um, mas o diálogo é bom. Detalhe: algumas falas do filme foram retiradas diretamente da Ilíada, de Homero. Eric Bana me surpreendeu como Heitor. Foi um dos personagens mais cativantes, para mim. Bana não faz feio e aqui podemos prestigiar seu trabalho melhor do que em Hulk, já que quando fica nervoso ele não fica verde e sai de cena para ser substituído por um monstro produzido em computação gráfica. Brian Cox é ainda mais nojento como Agamênon do que como o general William Striker, em X-Men 2. Orlando Bloom faz um Páris bem mais medroso do que eu imaginava. É engraçado quando o Legolas "baixa" nele e o príncipe de Tróia (que, pelo filme, nunca foi pastor) vira um arqueiro de elite. Diane Krueger (Helena) parece ter como única função ser bonita. Isso ela faz bem.
Li na Zoom Magazine que "a produção de Tróia foi marcada por incidentes e reveses". Ironicamente, Brad Pitt rompeu o tendão como seu personagem Aquiles. A produção precisou abandonar o Marrocos repentinamente devido a tensão no Oriente Médio e dois furacões em Baja Califórnia interromperam as filmagens temporariamente. Sobre esses fatos, o diretor disse que não tinha dúvidas sobre o sucesso do filme, pois se tivesse nem tinha começado a filmá-lo. "Esta é uma das maiores histórias de todos os tempos", alegou ele. A maior história sim, já o filme... está longe de ser melhor em vários sentidos.
Para mim esses incidentes eram mensagens dos deuses do Olimpo. Zeus estava mostrando para pararem com toda aquela palhaçada. E se realmente existiu, Homero se revirou no túmulo. A idéia de transpor uma obra de tal magnitude para a tela grande foi válida, já a tentativa foi frustrante. Eu rogo apenas para que Hollywood se contente com esse filme, ou pensem um milhão de vezes antes de tentar produzir uma seqüência e adaptar a Odisséia. Deixem Ulisses descansar em paz.
Escrito por Khêder Henrique às 19h42
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Literatura: Algumas palavras sobre Mitologia Grega

O Livro de Ouro da Mitologia (Ediouro) é um bom ponto de partida sobre o assunto
Imagem: http://www.livrariasaraiva.com.br/imagem/imagem.dll?pro_id=430249&tam=2
Amanhã publicarei aqui no RR um texto com minhas impressões sobre o filme Tróia, de Wolfgang Petersen. Então, hoje, apresentarei um "aperitivo". Falando um pouco sobre mitologia grega, a coleção de obras da literatura de onde surgiu a saga que inspira o filme. Não sou romancista nem um especialista em mitologias, apenas alguém que gosta muito do assunto.
Encaro a mitologia grega como um grandioso filme. Colossal em vários sentidos. Seja pela extensão das obras, pelo número de personagens, pelas temáticas, pela riqueza e profundidade com que nos toca. Os envolvidos com as sagas são tantos que habitam um mundo próprio. Personagens secundários saem de uma trama para tornarem-se protagonistas numa história seguinte. Enfim, por seu valor, trata-se um tesouro.
E cada saga narrada seria apenas um pedaço desse grandioso filme. A Guerra de Tróia, portanto, dentro deste contexto, é mais uma cena dessa película. Mas ela possui um diferencial, é como uma cena muito bem produzida, ao narra a maior de suas guerras. A maior de todos os tempos, diriam uns. Importante sim. Mas essa importância esbarra numa ironia: ninguém sabe dizer o que realmente aconteceu. Há divergências entre os historiadores quando se afirma SE aconteceu uma guerra, qual seu verdadeiro motivo e até mesmo SE realmente existiu uma cidade ou reino chamado Tróia.
Porém, as dúvidas apenas alimentam o mito e nossa ânsia de ler mais a respeito. A matéria de capa da revista Superinteressante de maio traz uma matéria que aborda a possível localização de Tróia, a pista de que aconteceu algo grande na região durante o final do século XIII (quando a batalha pode ter ocorrido) e a discussão sobre a existência ou não do escritor Homero. Vale a leitura.

A Ilíada e a Odisséia, de Homero, na edição da editora Martin Claret
Imagem: http://www.livrariasaraiva.com.br/imagem/imagem.dll?pro_id=129640&tam=2
Imagem 2: http://www.livrariasaraiva.com.br/imagem/imagem.dll?pro_id=119473&tam=2
A Guerra de Tróia como Homero (ou a tradição oral que representa) e a mitologia nos contam começou por causa de um pomo de ouro. Todos os deuses foram convidados para o casamento de Peleu e Tétis, menos Éris, a deusa da discórdia (a minha deusa preferida). Irritada com a exclusão, a mulher enviou um pomo de ouro a festa com a inscrição "à mais bela". Então, as deusas Atena, da sabedoria (ela não foi muito sábia desta vez), Hera, mulher de Zeus, e Afrodite, da beleza, iniciaram uma disputa pela maçã. Zeus não querendo tomar partido de nenhuma das três, incumbiu o jovem pastor Páris para a tarefa.
Cada deusa ofereceu algo ao jovem em troca do pomo. Hera lhe prometeu riqueza e poder, Atena lhe garantiu sabedoria e fama na guerra e Afrodite, a mais bela das mulheres para esposa. Páris entregou o pomo a Afrodite e ganhou duas inimigas divinas que ficariam contra ele na guerra que viria a acontecer. O jovem foi a Grécia e conheceu Menelau, rei de Esparta, e apaixonou-se por sua mulher, Helena, a mulher mais bela do mundo, que raptou para casar. Acontece que o pastor viria a descobrir que era filho de Príamo, rei de Tróia, o que complicaria ainda mais as coisas.
Enfurecido, Meneleu queria ir a Tróia regatar a esposa para matá-la e clamou por seu irmão Agamênon, rei de Miscenas, que aceitou, mas muito mais interessado em expandir suas fronteiras do que com uma briga entre marido e mulher. Assim, gregos e troianos elegem campeões para batalhar em frente às enormes muralhas de Tróia. Não podemos nos esquecer dos deuses sempre intervém na guerra de alguma maneira favorecendo um ou outro lado. O combate se desenvolve até que finalmente os gregos conseguem transpor as muralhas de Tróia valendo-se do famoso cavalo de madeira que trazia guerreiros em seu interior e originou a expressão "presente de grego.
A batalha de Tróia é narrada na Ilíada e as aventuras do soldado grego Ulisses voltando para casa são mostrados na Odisséia, ambas obras de Homero. A saga fala da honra, coragem, vida, amor e outros temas que constroem um mito que ecoa na eternidade.
A seguir: uma visão sobre o descaso de Hollywood com a obra. Você está convida a descer a lenha.
Escrito por Khêder Henrique às 19h50
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Eventos: Animecon 2004

O evento acontece no próximo final de semana
Imagem: http://www.animecon.com.br/banners/full_040411_1.jpg
A edição desse ano do tradicional Animecon, evento para fãs de desenhos animados japoneses, RPG e games do Brasil, será realizada no Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo, nos dias 02, 03 e 04 de Julho.
O evento acontece desde 1999 e visa o crescimento e a expansão desse tipo de mercado no Brasil e a divulgação da cultura japonesa no nosso país. O evento terá os tradicionais workshops de desenho de mangá com renomados artistas brasileiros (Daniel HDR - Digimon, Dungeon Crawlers, Erika Awano - Holy Avengers, entre outros), exposições de ilustrações profissionais e amadoras, exposições de modelismo, salas de clubes com exibições de desenhos animados japoneses ainda inéditos no Brasil, Torneio Oficial Nintendo que estará dando 1 Game Boy Advance SP por dia para o 1º lugar, estandes de lojas e editoras com preços promocionais, salas para partidas RPG e muitas outras surpresas que ainda serão divulgadas no site oficial.
O Arquidiocesano fica a R. Domingos de Morais, 2565 (Metrô Santa Cruz). Os ingressos custam R$13,00, mas há preços promocionais para ingressos antecipados para um ou todos os dias. Esses ingressos só podem ser adquiridos em postos oficiais de vendas. Para se informar ligue: 0xx11 5841-8931, de Segunda a Sexta, das 13:00 às 23:00 hs, ou acesse o site oficial do evento.
Escrito por Khêder Henrique às 19h46
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Enquetes: O que você fará no mês de Julho?
Aqui estão os resultados da última enquete que foi encerrada ontem. Seu nome era "Em matéria de relacionamentos, qual a sua situação?" e pretendeu descobrir um pouco sobre os relacionamentos amorosos dos visitantes do RR. A pesquisa foi exposta 128 vezes e recebeu 35 votos. Lembro apenas que a enquete foi criada no dia 14 de junho e alterada no dia 17. Em três dias, a pesquisa já possuía 20 votos, mas, devido a uma alteração, ela foi reiniciada e a contagem de votos zerada. Portanto, esta foi a enquete ficou menos tempo no ar.
A alteração foi feita a pedidos dos visitantes, por e-mail, ou amigos meus, pessoalmente. Acontece que a primeira versão não trazia a opção solteiro(a) porque eu esqueci de colocar. Em seu lugar, aparecia a opção enrolado(a). Ou seja, uma opção semelhante a ficante. Enfim, fui cobrado pelas pessoas que não estão nem mesmo enroladas. Estava ignorando um público importante já que, pelo resultado, os solteiros são os grandes visitantes do RR, pois 37,14% dos votantes estão livres e desimpedidos.
Os visitantes que curtiram o Dia dos Namorados ficaram em segundo lugar já que a opção namorado(a) ficou com 31,43% dos votos. Ficando bem próximo aos solteiros. Falando em ficar, os ficantes representam 14,29% dos que votaram. A opção casado(a) representou 11,43% do número de votos. E a opção noivo(a) ficou em último lugar com 5,71%.
A nova enquete já está no ar. Ela ficará exposta no blog até o fim de julho e quer saber o que você fará neste mês de férias escolares. A enquete "O que você fará no mês de Julho?" traz as seguintes opções de resposta:
Ficar em casa (para quem não sair da cidade onde mora); estudar (para quem fará um curso nas férias ou intercâmbio); trabalhar (vota nessa opção aqueles que não pararão de trabalhar em julho ou conseguiram um emprego temporário), viajar (para quem for se divertir numa viagem pelo Brasil ou exterior) e a alternativa Outra coisa. O que? (se você fizer algo que não se encaixa nas opções anteriores você vota nessa e acrescenta um comentário dizendo quais são seus planos).
A enquete pode receber apenas um voto, em apenas uma das alternativas. Pode ser recomendada, receber comentários e você pode cadastrar seu e-mail para acompanhar os resultados parciais pela web. Não deixe de votar.
Ah, e assine meu Livro de Visitas. Ele foi criado recentemente para estreitar os laços com os visitantes. Ele está no final da coluna a direita. Se tiver sugestões, críticas ou dúvidas quanto ao RR é só me escrever: kheder@uol.com.br
Escrito por Khêder Henrique às 19h40
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Khêder Henrique

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Março - 2004

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