Histórias em Quadrinhos: Liga da Justiça e Vingadores

A belíssima capa da quarta edição
Imagem: http://www.paninicomics.com.br/img/miniseries/93.jpg
Neste ano, a Editora Panini
Comics lançou um crossover entre as maiores equipes de
super-heróis das maiores editoras de quadrinhos norte-americanas. A Liga
da Justiça, da DC, encontrou os
Vingadores, da Marvel, numa reunião esperada
há mais de 20 anos.
A idéia foi pensada no início da
década de 80 quando vários encontros entre símbolos dos dois
universos estavam acontecendo. Abrindo a fileira encontra-se o conhecido
encontro entre Superman e Homem-Aranha. Mas, desentendimentos
entre as editoras pôs em xeque este encontro que já estava sendo produzido. Diz
a lenda que 20 páginas já haviam sido produzidas e foram
descartadas.
O acontecimento foi tão sério que
a Marvel encontrou uma saída ridícula. Criou o Esquadrão
Supremo, uma Liga light, com integrantes que eram nada mais que versões
do Super, Batman, Lanterna Verde e outros. Só
que os encontros entre as duas equipes resumia-se sempre os Vingadores
massacrando o pobre Esquadrão. Lógico. Aliás, este Esqudrão Supremo está tendo
uma releitura muito interessante na série Poder Supremo,
publicada pela Panini na revista Marvel Max
(confira post da Quarta-feira, dia 19 de Maio de
2004).
Enfim, após anos de negociações e
muitos outros encontros foi anunciada a tão esperada publicação. Uma
mini-série em 4 edições traria os maiores heróis de dois mundos
para uma aventura cósmica com direito a tudo que um fã gostaria de ver. Grandes
confrontos: Thor contra Superman. Batman contra Capitão
América. E uma união entre ambas as equipes mais do que esperada. O
resultado de tudo isso foi uma vendagem recorde nos
EUA de mais de 200 mil exemplares.
Isso num mercado de quadrinhos combalido que vinha sofrendo quedas em suas
vendas nos anos anteriores.
Para representar um desafio digno
de fazer frente ao poder representado pelas duas equipes, o universo é colocado
em perigo. Na verdade, dois universos. O da Liga e o dos Vingadores. Um ser
cósmico quer saber a grande verdade por trás da criação do universo, mesmo que
mundos venham a perecer para ele atingir seu objetivo. Para evitar a derrocada
do Universo Marvel, o Grão-Mestre, um dos seres mais poderosos
desta realidade, promove um jogo para retardar o avanço da criatura. Assim, a
Liga e os Vingadores são lançados numa grande busca pelos 12
artefatos mais poderosos das duas realidades. O vencedor garantirá a
sobrevivência de seu universo.
Com as falhas entre as realidades,
heróis e vilões de um universo são lançados ao outro e somos brindados com
momentos inesquecíveis. Uma incrível passagem foi quando o
Flash chega ao Universo Marvel e tenta salvar um mutante que
está prestes a ser linchado pela população. Porém, ele perde os poderes neste
mundo, pois ali não há força de aceleração (a fonte de sua supervelocidade). E
ele que é atacado.
E as diferenças ideológicas entre
as equipes é muito bem trabalhada. O Capitão América acha que a Liga carrega seu
mundo nas costas e por isso são adorados. Considera o Universo DC um estado
totalitário e chega a chamar Superman e cia de nazistas(!). Já o Superman acha
que os Vingadores são heróis medíocres que não lutam o necessário e por isso
existem mutantes sendo caçados. A raiva da população contra os heróis mascarados
seria a prova de que eles não se esforçam o bastante. Ele ofende os Vingadores
dizendo que estes não têm o direito de trazer a insanidade do mundo deles para o
Universo DC.
O trabalho de pesquisa do escritor
Kurt Busiek e do artista George Pérez é
surpreendente e fica clara a todo o momento nas quatro edições da mini-série.
Busiek busca referências lá de trás para fã ardoroso nenhum botar defeito. Há
frases e situações que só leitores antigos captarão. A arte de Pérez é
deslumbrante e não dá pra pensar em outro cara em seu lugar. Seus desenhos
detalhistas não deixam escapar nada e suas capas duplas são feitas para se
pendurar na parede.
Acho que o grande defeito de uma
narrativa que representa tanto e traz uma pujante grandiosidade é sua falta de
repercussão. Por tratar-se de uma história isolada, sabemos que ninguém irá
morrer ou que os eventos cósmicos mostrados na saga não refletirão em nada na
revista mensal do Aquaman ou do Homem de
Ferro. Batman continuará caçando o Coringa por
Gothan como faz há anos e o Capitão América continuará líder
dos Vingadores como desde sempre foi.
Fora este “detalhe”, é um
entretenimento pra saborear e reler mais de uma vez. Uma para prestar atenção ao
roteiro e seus meandros, outra para curtir os incríveis desenhos e a diagramação
amalucada de Pérez e não deixar escapar detalhe algum. É aquele tipo de revista
que todo fã de HQ’s gostaria de ler.
Título:
LJA/Vingadores (mini-série em 4 edições) Roteiro: Kurt
Busiek Arte: George Pérez Core: Tom
Smith Preço: R$ 3,90 cada
edição Editora: Panini
Comics Número de páginas: 52 cada tomo
Ano de Publicação: 2004
Escrito por Khêder Henrique às 00h27
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Páginas Interessantes: O Pundonor Diário

O ávido leitor Klaus confere as notícias. Seria o Pundonor?
Imagem: http://www.bbc.co.uk/films/2003/10/09/images/high_noon_october_9th_middle.jpg
Semana passada, foi ao ar aqui no RR, um post sobre o primeiro livro da coletânea Desventuras em Série, Mau Começo (confira o post da Quarta-feira, dia 21 de julho de 2004). Neste post de Páginas Interessantes, abordarei um blog que fala exclusivamente desta série de livros: O Pundonor Diário. Tenho que admitir que embora já conhecesse a coleção de livros sobre os irmãos Baudelaire, foi esta página que me instigou, em definitivo, a ler as desventuras destes três órfãos.
O responsável pela manutenção do Pundonor é o VTTM (que não revela o significado desta sigla de forma alguma, provavelmente, trata-se das siglas de seu nome... ou não), um rapaz de 12 anos – que lê a série desde os 10 – e estudante da sexta série, que resolveu produzir um blog para fãs com as últimas novidades sobre Desventuras em Série. Lá você encontrará os links para os sites oficiais da série, do vindouro filme com Jim Carrey, do sarcástico autor Lemony Snicket e links para outros blogs sobre o tema.
VTTM gosta de filmes de terror e suspense e, obviamente, ler. Tanto que seu primeiro blog, o Dicas Legais, aborda a leitura e os livros que ele considera interessantes indicar. Falando em outros blogs, é incrível o fôlego que ele tem pra produzir páginas. VTTM mantém no ar 11 blogs(!) no UOL e um no Weblogger! E eu pensando que o RR já era trabalho suficiente...
O Pundonor Diário existe desde 12 de junho de 2004 e seu nome foi retirado, logicamente, da série que aborda. “‘O Pundonor Diário’ é o nome de um jornal que aparece na série a partir do livro sétimo (‘A Cidade Sinistra dos Corvos’) e eu achei interessante colocar este nome, como se fosse o jornal”, explica o autor.
O blog é totalmente produzido por VTTM, mas devido ao número de páginas que cuida, ele pretende entrar no sistema de “Blogs Parceiros”, mas ele ainda quer ficar com uns 95% da produção do Pundonor. A propósito, no momento, ele precisa de pessoas com um bom nível de inglês para ajudá-lo com a tradução de artigos internacionais. Quem quiser participar da produção deste ou de um dos outros blogs do VTTM é só entrar com contato com ele por meio do Pundonor ou através do e-mail: desventurasemserie@bol.com.br
E antes que pensem que esqueci de listar as páginas do VTTM, aqui está a relação delas. Agora é só navegar: Dicas Legais (que está na lista dos Blogs Legais do UOL), Clube do Terror (muito lindo o templete), Cineblog, Caminhos da Luz (outro blog bem bonito), No ritmo da net(o link desta página não está funcionando), Animes e Mangás, Continua Blog, A montanha dos vampiros, Aliança News e O Recinto Mágico. Está última página trata-se de uma Hogwarts virtual grátis que ele está divulgando no momento. Parece ser uma página interessante para os fãs de Harry Potter.
Não deixe de visitar O Pundonor Diário e os outros blogs e sites da coluna de Páginas Interessantes do RR.
Escrito por Khêder Henrique às 00h25
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Histórias em Quadrinhos: Samurai X Especial – A Sakabatou de Yahiko
Capa da publicação
Imagem: http://www.lojajbc.com.br/img/capa_yahiko_m.jpg
Essa edição especial do mangá
Samurai X – que já foi encerrado no país tendo todas as suas
56 edições publicadas pela editora JBC –
apresenta uma história inédita e tem como protagonista o Yahiko
Myoujin, que antes era apenas um coadjuvante nas aventuras de
Kenshin Himura, o Samurai X do título. A narrativa desta edição
se passa 5 anos após os eventos apresentados na série anterior.
Para quem gosta de Rurouni
Kenshin, título original do péssimo título ocidental Samurai X, a
edição especial não traz nada demais. É divertido ver Yahiko tornar-se um grande
espadachim como ele sempre quis ser e, agora, portando a
sakabatou (uma espada de lâmina invertida, na qual o lado
afiado fica apontado para o usuário e não para o adversário) que Kenshin lhe
entregou na última edição do mangá.
Aliás, esta história poderia muito
bem ter entrado no fim da edição número 56. Para quem não leu a edição, ela se
encerra na metade. E a JBC preencheu o restante das páginas com uma
história inédita do mesmo autor na qual um garoto ganha super poderes após um
meteoro cair na sua cabeça (!). O problema é que a edição especial em si não se
justifica.
Por mais que seja divertido
admirar o ótimo traço de Nobuhiro Watsuki, suas tramas com ação
e alguma coisa de política, e conferir o destino daqueles personagens que tanto
nos divertiram durantes os anos de publicação do mangá, a editora teve até de
melhorar o papel (deixando de lado o tradicional papel jornal que utiliza em
todas as suas outras publicações) para justificar os absurdos R$
4,50 cobrados por uma publicação de 50 páginas em
preto e branco em formatinho.
Na aventura, Yahiko é encaminhado
por Kaoru Kamiya, sua mestra, a dar aulas num dojo, em
Echigo, atual província de Niigata, terra
natal do autor do mangá (aqui devo mencionar o ótimo trabalho de pesquisa da JBC que sempre traz notas bastantes
informativas em suas publicações). E, por lá, o jovem espadachim deve lidar com
um ataque ao dojo, no qual ele daria aulas, onde os alunos estão sendo mantidos
como reféns por um criminoso.
É interessante notarmos como
Yahiko lida com os problemas que aparecem pela frente. Diferente do bom mocismo
de Kenshin, o descendente do estilo Kamiya Kasshin possui um
anti-heroísmo divertido que assusta até mesmo aos seus protegidos. A curta
história não tem nem de longe o sabor das aventuras do mangá tradicional. Ela
funciona como um epílogo ou aqueles extras de determinados DVD´s, que só após
assistirmos, entendemos porque foram deixados de fora da edição
final.
E, da mesma forma que Watsuki,
voltou ao universo de Kenshin, após sua conclusão, nada o impede que ele faça
isso novamente e nos traga “novos epílogos”, já que sua série que sucedeu
Samurai X (uma aventura no velho oeste) não teve, nem de longe, a mesma
repercussão e foi cancelada antes do previsto. E espero que a JBC, que publica
tanta coisa legal, selecione melhor seus materiais, afinal, não é porque uma
história é assinada por um bom artista ou traga personagens consagrados que ela
é boa e justifique sua publicação em detrimento de outras materiais mais
interessantes.
Título: Samurai X
Epecial – A Sakabatou de Yahiko Autor: Nobuhiro
Watsuki Tradução: Luiz Octavio Massato Kobayashi
Preço: R$ 4,50 Editora:
JBC Número de páginas: 50 Ano de
publicação: 2004
Escrito por Khêder Henrique às 00h23
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Páginas Interessantes: O Seu Cronista
Escrever é uma das atividades preferidas do Felipe e uma das
razões de ser deste blog
Imagem: http://jornalista.no.sapo.pt/images/escrever.jpg
Há duas semanas eu falei aqui
sobre o blog Antes da Chuva (confira o post do dia 14 de julho de
2004), de autoria de uma mulher. Hoje falarei sobre uma
página, de autoria de um rapaz, com um proposta semelhante: nos fazer pensar. A
Página Interessante deste post abordará o blog O
Seu Cronista.
Produzido por Felipe de
Paula, 23 anos, recém-formado em Rádio e
TV, O Seu Cronista não possui um tema específico.
Nele são publicados textos, pensatas do autor sobre os mais variados assuntos.
Assim, há textos que falam sobre as siglas que permeiam nossas vidas, por
exemplo. Do RG ao INSS. Com muito humor, Felipe discorre sobre as trivialidades
de nossas vidas. Sobre o “comum” que faz nosso dia-a-dia tão interessante e
gerador de tantas conversas.
Ele decidiu escrever um blog por
ser mais fácil a atualização do que um site. Aliás, ele já teve dois, mas os
desativou, pois eram apenas testes. O blog está no ar desde fevereiro deste ano.
Mas por que “O Seu Cronista”? Felipe responde: “Porque sempre me
refiro aos leitores como ‘meu leitor’. Portanto, sou o cronista do leitor: O Seu
Cronista”.
Felipe adora ler e assistir a
filmes. Ele possui uma ligação muito forte com o cinema (tem grande relação com
sua profissão). Aliás, uma das razões por produzir O
Seu Cronista é acreditar que o blog é uma forma de divulgar
seu trabalho.
Todas as pessoas que visitam a
página de Felipe percebem que a página não é atualizada com muita freqüência.
Muito pelo contrário, ela já passou até a ficar uns três meses sem atualizações.
Descaso? De jeito nenhum. O cronista tem um forte motivo para isso: “Por
absoluta falta de tempo, tenho mais de 30 textos inéditos, mas não tenho tido
tempo. Nos últimos quatro meses, me mudei da Bahia para Curitiba e já retornei
para a Bahia.Tá difícil ter um tempinho para atualizar o
blog”.
Visite o blog O
Seu Cronista e as demais páginas – tanto blogs como sites –
apresentadas na coluna Páginas Interessantes do RR.
Escrito por Khêder Henrique às 00h18
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Histórias em Quadrinhos: Dungeon Crawlers

Aurora, Fren e Brigandine contra mortos-vivos
Imagem: http://www.mangax.com.br/dc/images/img_pq_introducao.jpg
De volta ao mundo místico de Arton, Marcelo Cassaro nos apresenta uma nova aventura, com novos personagens, por meio de uma nova editora, na mini-série em 4 edições Dungeon Crawlers, da Mythos Editora.
O leitor que nunca visitou Arton – local onde Sandro, Lisandra e companhia viveram suas aventuras durantes as 40 edições de Holy Avenger, da Editora Talismã (confira os posts dos dias 13 de julho de 2004 e 07 de abril de 2004 sobre a série) – não terá problemas quando ler Dungeon Crawlers, já que o início da história traz uma (re)apresentação deste mundo. Não trata-se de uma seqüência. É uma nova história que se passa no mesmo local. Arton é um lugar criado por 20 deuses que representam os aspectos mais fundamentais da existência. Dentro deste grupo de deuses há várias rivalidades. A história desta aventura centra-se na dualidade representada pelas deusas Allihanna, a mãe da natureza, e Tanna-Toh, mãe do conhecimento. Enquanto os seguidores da deusa da natureza vivem de forma selvagem e combatem os inimigos do equilíbrio natural, os fiéis a deusa da palavra não podem deixar um conhecimento morrer e tem a obrigação de levar a palavra escrita aos povos bárbaros, mesmo que valendo-se da força.
Neste contexto, Aurora, uma clériga de Tanna-Toh, parte numa jornada até a esquecida cidade élfica de Lenórienn, que foi dizimada por hobglobins, em busca de suas relíquias culturais, acompanhada por sua amiga Brigandine. Diante dos perigos, Aurora é obrigada a aceitar a companhia e proteção de um elfo ranger, um fiel de Allihanna, Fren, que fez uma promessa de acabar com os hobgoblins que cruzem seu caminho. Desta maneira, uma improvável aliança é formada.
Cassaro sabe muito bem trabalhar essa dualidade, colocando em ação uma humana que pensa e faz planos demais antes de atacar e um elfo que não pensa antes de sair na porrada. O que rende momentos críticos de embate entre os dois e cenas muito engraçadas. Destaco a passagem em que Fren irrita Aurora fazendo-lhe perguntas íntimas. Acontece que um clérigo de Tanna-Toh faz um juramento que a impede de negar qualquer tipo de conhecimento ou mentir. Portanto, a pessoa sob este juramento deve dizer sempre a verdade, mesmo que não queira.
Devido ao curto espaço que possui em relação a Holy Avenger (Dungeon tem apenas 4 edições enquanto que Holy possui 40, sem mencionar os especiais e os epílogos), Cassaro desenvolve bem os protagonistas, mas sem aprofundá-los. Nunca sabemos direito porque Brigandine faz tanta questão de proteger Aurora (só porque elas são amigas?) já que tem tanto medo de lutar ou porque Fren decide ir a um lugar que traz tantas lembranças desagradáveis para um elfo.
A arte é de Daniel HDR, que possui um traço mais puxado para os comics americanos do que para os mangás, distanciando-se da arte de Erica Awano, ilustradora de Holy Avenger, que faz algumas participações especiais desenhando passagens de flashbacks e momentos românticos. Embora a arte de Erica seja inferior em detalhes a de HDR, o clima que ela cria com seus desenhos é bem superior. Como Dungeon é colorida (diferente de Holy), sua arte só tem a ganhar. E é bom rever alguns velhos personagens conhecidos dos visitantes já apresentados a Arton.
A narrativa flui bem e conseguimos ler tudo de uma vez. Acho que o defeito seja justamente o título da obra. Cassaro parece possuir a mania de dar nomes em inglês aos seus trabalhos. Isso sem falar que Dungeon Crawlers é de uma pronúncia terrível. Por mais que você saiba falar inglês, isso não bastará se o tio da banca de jornal não te compreender. O jeito é arregaçar as mangás e encontrar o título sozinho.
A edição que eu li foi a encadernada que reúne as 4 edições originais. Embora, apresente o material integral, esta edição não traz todas as capas. Elas são reproduzidas em miniatura na quarta capa e, o mais triste é que, de quatro capas, a piorzinha foi escolhida para ilustrar esta edição especial.
Dungeon Crawlers vale a leitura tanto para quem conhece como para quem nunca foi a Arton. E, apostando numa fórmula que já deu certo: a narrativa une elementos de RPG e quadrinhos, mais especificamente o mangá. E é muito bom acompanhar a evolução de um promissor roteirista brasileiro que é o Marcelo Cassaro.
A história termina com um grande gancho para uma seqüência já confirmada por Cassaro em entrevista concedida a revista Wizard Brasil # 10. A nova aventura deve ser publicada também pela Mythos.
Título: Dungeon Crawlers (Edição Especial Encadernada) Roteiro: Marcel Cassaro Arte: Daniel HDR Cores: Ricardo Riamonde Editora: Mythos Número de páginas: 100 Ano de Publicação: 2004
Escrito por Khêder Henrique às 00h35
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Khêder Henrique

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