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 "Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar."  

 Autor desconhecido


Comportamento: Hiperatividade

Cuidado: Nem sempre uma criança com problemas na escola é hiperativa

Imagem: http://www.saludalia.com/Saludalia/web_saludalia/vivir_sano/doc/psicologia/jpg/hijo_problemas_2.jpg

Quando coloquei a chamada para este post no letreiro digital eu escrevi Hiperatividade, uma doença de nossos tempos. Fiquei na dúvida em escrever isso ou não, pois embora os sintomas desta doença sejam comuns em jovens do mundo de hoje, a hiperatividade sempre existiu. Inclusive, nomes famosos de nossa história eram hiperativos e viveram há várias séculos, bem antes do primeiro diagnóstico conhecido.

O problema é conhecido como Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e, segundo o psiquiatra Dr. Marcos Romano, em texto publicado no site da Johnson & Johnson do Brasil, os portadores desta doença  sofrem de “alterações na região frontal orbital do cérebro, onde funciona um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que transmitem informações entre as células nervosas (neurônios)”.

A questão é que é justamente esta parte do cérebro que responde pela capacidade de autocontrole, memorização, prestar atenção, planejar e organizar. Ou seja, um hiperativo possui certa dificuldade em avaliar as conseqüências de seus atos. Quando crianças, “falam demais, não param quietas, estão sempre agitadas, mudam de interesse com facilidade, não conseguem se manter em uma brincadeira até o fim, nunca terminam uma atividade, saem várias vezes da classe sem pedir licença”. E, quando adultos, “apresentam problemas de memória, são incapazes de manter relacionamentos amorosos, causam mais acidentes de trânsito, não param em nenhum trabalho, casam-se e divorciam-se mais vezes e abusam mais de álcool e drogas do que as pessoas que não sofrem do transtorno.”

Foi uma matéria de Carta Capital sobre o tema que despertou meu interesse pelo assunto. E, como assinalam Flávio Lobo e Phydia de Athayde, os autores da matéria, não é difícil perceber como uma doença como essa parece comum nos dias de hoje, num mundo como o nosso, onde “reinam o excesso – de consumo, informação, estimulo, de meios e ferramenta – e a carência – de aprofundamento, satisfação, finalidades convincentes e de sentido”.

Falta de concentração e memória são sintomas de TDAH

Imagem: http://planeta.terra.com.br/arte/359/imagens/fotossetembro/hiperatividade06.jpg

Outro agravante é que como é considerado mais fácil diagnosticar a doença quando criança, muitos pais já apelam para o uso de psicoativos (remédios que agem diretamente na região do cérebro que provoca a TDAH, combatendo a falta de atenção e concentração). Ou seja, medicam os filhos durante anos com drogas que atuam diretamente no cérebro que está em formação. E a conseqüência disso é desconhecida até pelos profissionais da área. Outro alerta: embora seja mais fácil diagnosticá-la na infância, a TDAH é difícil de ser avaliada de qualquer forma. Uma criança pode ser tratada com psicoativos mesmo sem ser portadora da doença, pois existem sintomas muito semelhantes.

Um jovem com falta de atenção ou dificuldades na escola não possui, necessariamente, TDAH. Ela pode estar sendo prejudicada por falta de uma alimentação saudável, sofrendo maus-tratos, vivendo sobre determinada pressão ou dormindo mal, por exemplo. E medicar uma pessoa saudável com remédios fortes – como os psicoativos – sem necessidade, é outro ato com efeitos a longos prazos desconhecidos pelos médicos.

A doença foi diagnosticada pela primeira vez, em 1902, mas nomes como Mozart e Da Vinci, que viveram bem antes disso, são considerados hiperativos famosos que criaram obras de valores inestimáveis para a humanidade. Einstein é outra personalidade apontada que teve conhecidas dificuldades na escola. Ele era um péssimo aluno, mas nada disso o impediu de elaborar a Teoria da Relatividade. E estes famosos nunca tomaram psicoativos.

Para o tratamento de TDAH, além dos medicamentos prescritos pelos médicos, recomenda-se o acompanhamento psicoterápico dos hiperativos. Mas todo cuidado é pouco quando trata-se de um mal estar difícil de se confirmar que ainda requer drogas pesadas para tratamento com efeitos colaterais desconhecidos.

O site Orientações Médicas oferece diversas informações sobre hiperatividade, além de uma lista com mais de cem nomes de hiperativos famosos e um teste para avaliar a possibilidade de você também ser um hiperativo.



 Escrito por Khêder Henrique às 19h07
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Revistas: Smallville

Capa da edição mais recente em banca

Imagem: http://www.paninicomics.com.br/img/collanaNews/458.jpg

A editora Panini Comics lançou no início de 2004 uma revista bimestral sobre a série de TV que é sucesso nos EUA e Brasil: Smallville. A série narra os primeiros passos de um adolescente chamado Clark Kent que possui estranhos poderes e que, por acaso, algum dia, se tornará o maior de todos os super-heróis, o Superman.

A série é legal, sem dúvida, mas não é dela que falarei aqui, e sim da citada publicação da Panini. É comum uma série ou filme de sucesso gerar derivados em busca de novos lucros. Uma série como Smallville, que é baseado em um personagem dos quadrinhos, possuía este apelo de antemão. É certo que gerou camisetas e livros, mas retornar às origens era algo até certo ponto inevitável. O problema está justamente na mudança de linguagens e na manutenção do ponto alto da série de TV: sua qualidade.

É tudo muito simples: Smallville é uma série de TV e pronto. Pode ser que grande parte da audiência goste de quadrinhos e esteja curtindo assistir a uma série sobre o Superman quando adolescente, porém, a maioria dos expectadores são pessoas que foram fisgados pelo programa quando mudavam de canal. Ou não gostam de ler ou não curtem muito quadrinhos. Ou seja, não comprarão um gibi, mesmo que seja inspirado em sua série de TV predileta. Eis o problema: a HQ não pode interferir na cronologia do programa.

Sabendo disso, quando compramos a revista na banca temos a sensação de ler algo vazio e desprovido de valor. As histórias que a revista traz não alterarão em nada o programa de TV. Os acontecimentos narrados ali não poderão ser muito relevantes, pois não terão conseqüências. Assim, os roteiristas da HQ trabalham com as brechas deixadas pela série matriz, mas devem ter o cuidado de não fazer nada demais. Estranho, né?

 

As capas sempre trazem os atores, mas os quadrinhos são ilustrados

Imagem: http://www.paninicomics.com.br/img/collanaNews/344.jpg

Imagem 2: http://www.paninicomics.com.br/img/collanaNews/385.jpg

Desta forma, em Smallville, o gibi, você lerá histórias de Clark e Lex se metendo em apuros, mas sabendo que nada demais irá acontecer. E, como as comparações entre o programa e a revista são inevitáveis, você irá perceber que a narrativa é bem diferente devido a mudança de linguagens e a qualidade cairá. Acostumado com o programa de TV de 40 minutos, é estranho ler uma história de cinco páginas com os mesmo personagens, no mesmo lugar, mas sem a mesma expectativa ou um roteiro sem o mesmo vigor.

Outro defeito, é a necessidade dos artistas terem de tentar copiar os atores para aumentarem as semelhanças. Às vezes, o resultado é interessante e você realmente verá Allisson Mack na pele de Chloe Sullivan, mas, em outros momentos, Lana fica horrível. Na tentativa de fazer uma senhorita Lang parecida com Kristin Kreuk, o desenhista faz o amor de Clark se parecer com nada.

Mas a publicação não vem apenas com histórias. Ela é “turbinada” com entrevistas e guias de episódios. As entrevistas com os atores e os produtores são o ponto alto, sem dúvida, da edição. Porém, o guia de episódios... existe algo mais declarado como tapa-buracos do que um guia de episódios? É a coisa mais inútil do mundo. O que fazer com um guia desses se eu não tenho a temporada completa em DVD? Tentar me recordar do episódio número X e o que acontece nele? E, se você precisar de um guia, não precisa pagar por ele, o Google resolve.

Enfim, Smallville é uma publicação fraca pelos motivos apontados acima, mas, acima de tudo, uma grande decepção, já que é derivada de um produto tão bom como a homônima série de TV.



 Escrito por Khêder Henrique às 18h22
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Cinema (DVD): O Chamado

O pôster da película

Imagem: http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos/o_chamado/poster.jpg

Quem não gosta de um filminho no fim de semana? Nada como passar na locadora e escolher um filme ao acaso ou ficar indeciso entre tantos títulos quando o que você procurava já havia sido alugado. Então, você encontra um filme bacana. Quando chega em casa, o que vê são cenas estranhas que parecem mais um bizarro pesadelo. Quando o vídeo termina, o telefone toca e uma voz diz “sete dias”. E, por mais sinistro que possa parecer, após a anunciada semana, o inocente telespectador morre. Acho difícil encontrar um VHS deste tipo por aí, mas esta lenda urbana, uma fita amaldiçoada que mata a quem a assiste é a premissa de O Chamado (The Ring), de Gore Verbinski.

Este filme fez um grande sucesso em 2002. Ele narra a história da jornalista Rachel Keller (Naomi Watts) que, após a misteriosa morte da sobrinha – que suspeitam estar envolvida com a sinistra fita – , resolve investigar a história atrás de uma boa matéria. Ela acaba assistindo o VHS e o telefone toca para sua tristeza. Então, ela parte numa busca desesperada pela verdade por trás das imagens da fita e do responsável pelas mortes. As coisas se complicam ainda mais quando seu filho também assiste a fita por acidente.

O Chamado é um filme espetacular. Daqueles que precisamos assistir até a última cena para entendermos tudo. À princípio, ele possui uma “cara” de filmes de terror adolescente devido a morte da garota no início do filme, porém, a imagem se desfaz rapidamente para nos permitir enxergar seu verdadeiro teor: um suspense interessantíssimo muito bem construído que, entre outras coisas, conta a triste história de uma garota.

Quando o desconhecido bate a nossa porta o que podemos fazer? Não há adolescentes perturbados mentalmente com facas na mão ou assassinos seriais atrás de mais um pedaço de carne, mas sim uma força sobrenatural implacável que mata sem motivo aparente. Não há violência gratuita, muito menos sangue jorrando. Aliás, cada gota de sangue tem sua razão. É muito interessante o recurso que é utilizado: toda vez que os protagonistas estão perto da verdade, o sangue começa a escorrer de seus narizes, prenunciando a morte que está por vir.

 

A bela Rachel Keller (Naomi Watts) e a misteriosa Samara Morgan (Daveigh Chase)

Imagem: http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos/o_chamado/2.jpg

Imagem 2: http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos/o_chamado/1.jpg

O trabalho bem feito com esta idéia da morte que está chegando e ninguém sabe como evitar é o grande suporte do filme. Todos sabemos que morreremos um dia. É nossa única certeza, mas não há datas ou horas marcadas. Mas e se soubéssemos do tal dia? Não faríamos de tudo para evitá-la? A busca desesperada de Rachel por uma solução para sua desgraça aliada ao seu arrependimento por ter visto a fita não seria nada sem um bom suporte técnico.

Aí entram os excelentes trabalhados de som e fotografia. A trilha sonora é boa, principalmente, por empregar um som específico para o áudio da fita. Quer dizer, mesmo sem ver, sabemos que a fita está sendo rodada e mais alguém está a um passo de receber mais um telefonema. E as cores todas voltadas para o cinza imprimem mais teor mórbido ao filme.

É óbvio que há sempre as perguntinhas do tipo “mas se eu assistir a fita num local onde não há telefone?” ou “morreremos em sete dias?” (há uma cena no filme que mostra ao espectador o conteúdo do VHS maldito). Mas trata-se apenas de um filme e nos deixando levar pelo clima, podemos curtir um entretenimento de primeira.

Eu só não entendo como uma mulher linda como Rachel e um cara como Noah (Martin Henderson), que não posso dizer que é feio, teriam um filho como Aidan (David Dorfman) que de tão assustador, em alguns momentos, torna-se mais sinistro que a misteriosa Samara Morgan.

O que muita gente não sabe é que o sucesso de O Chamado nos EUA não foi uma surpresa, pois trata-se de uma refilmagem de um filme japonês do diretor Hideo Nakata, chamado Ringu, que também fez grande sucesso. Ringu teve uma seqüência simultânea, no Japão, chamada Rasen, que foi um fiasco, e outra mais adiante que ignorava os acontecimentos de Rasen, intitulada Ringu 2. O fracasso se repetiu. O problema de ambas as seqüências é que elas ofereciam explicações pseudo-científicas para os fenômenos sobrenaturais que envolviam a fita. Ou seja, as tais explicações se perdiam tentando explicar justamente a graça do filme original que era o inexplicável.

A versão americana de Ringu, The Ring (O Chamado, no Brasil), terá uma seqüência. Espero que este novo filme não repita os erros de seus antecedentes nipônicos, porém, a produção deste filme está tendo problemas, como mencionei no editorial desta semana. A atriz Naomi Watts teve desentendimentos com o diretor Hideo Nakata (será que a Dreamworks não contratou um intérprete para eles se comunicarem?), novo responsável pelo filme. Brincadeiras à parte, a verdade é que este e outros contratempos provocaram o adiamento do lançamento de O Chamado 2, que estava previsto para novembro de 2004, para março de 2005.

Espero que estes incidentes não prejudiquem o resultado final do filme e que nada tenham a ver com a maldição do VHS.



 Escrito por Khêder Henrique às 18h30
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Revistas: SET Especial – Hype

A capa da publicação

Imagem: http://www2.uol.com.br/setonline/imagens_outros/capinha_hype2.jpg

A revista SET, uma publicação sobre cinema da editora Peixes, já é conhecida do grande público e está há anos no mercado. Recentemente, ela lançou nas bancas uma cria: SET Especial – Hype, cultura pop que importa.

Li a segunda edição e não me surpreendi. Trata-se de uma SET “enxuta”, por assim dizer. Diferente de sua publicação “mãe”, ela não aborda apenas a sétima arte ou os últimos lançamentos em DVD. Hype fala da cultura pop e como o diretor de redação, Roberto Sadovski, assinala em seu editorial: a “intenção com Hype não é tirar conclusões, e sim alimentar as discussões em torno deste Universo Pop que habitamos”. Certo, mas o que é essa cultura pop “mais interessante”?

A citada edição traz uma matéria sobre o Orkut. Como se trata de uma febre, só quem não possui acesso a Internet não ouviu falar sobre isso ou ainda não faz parte desta comunidade virtual. A matéria, em si, não acrescenta muito sobre o assunto. Limita-se a dizer do que se trata o Orkut (que novidade, hein?) ou outras comunidades espalhadas pela web que não necessitam de convite para ingressar. Isso é cultura pop que importa?

A matéria de capa é uma lista com as 10 coisas mais interessantes em diversos segmentos desta cultura pop. Quais as 10 melhores histórias em quadrinhos do momento? Quais os 10 melhores filmes que estrearão no Brasil até o fim do ano? E por aí vamos. O problema é que, em tempos de Internet, quando as informações são cada vez mais acessíveis, qualquer um pode montar suas próprias listas. Não é necessário pagar R$ 6,90 para ler sobre isso.

Essa é uma questão delicada: a competição entre uma publicação impressa e a rede mundial de computadores. Se as informações estão na tela de meu computador, para que ter o trabalho de ir até a banca mais próxima e desembolsar uma quantia significativa por uma revista para ler mais do mesmo?

Aí entram as qualidades de uma boa publicação. Diagramação legal e textos bem escritos. Para se diferenciar da SET convencional, Hype traz textos assinados por free lancers que são, ao mesmo tempo, bem escritos e escritos por quem entende do assunto. Neste sentido, temos acesso a textos bacanas como a matéria sobre o mercado brasileiro de animação ou a matéria sobre o cinema de terror japonês (de longe, o melhor texto da revista) e sua influência sobre Hollywood. Vide Ringu e sua refilmagem americana, The Ring (O Chamado, no Brasil) (Não perca post sobre o filme, amanhã, por aqui). O texto é de autoria de Márcio Wilhelm e possui o sugestivo título “Olhos rasgados”.  

Hype, aparentemente, não possui periodicidade definida, então, não faço idéia de quando (ou se) será lançada a terceira edição. Ela me lembra bastante a extinta Herói, mas é superior. Está claro que a publicação ainda engatinha e pode se tornar algo mais. Por enquanto, é apenas uma boa idéia mal empregada, pois nem uma linguagem padronizada possui e os textos são desconexos entre si. Ainda não vi razões que justifiquem esta publicação fora da SET convencional. E, se a proposta é falar sobre um universo (o mundo pop) e o que de melhor existe neste lugar, é necessário primeiro, definir sua própria identidade.



 Escrito por Khêder Henrique às 18h34
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Editorial

Imagem: http://images.orkut.com/images/klein/51/198551.jpg

Enquete velha

Ontem, encerrou-se a pesquisa “Que gênero de história você mais gosta de ler, assistir ou escutar?” Pela primeira vez, deu empate nos resultados! Suspense e Aventura ficaram com 38% dos votos cada. Comédia ficou bem atrás com pouco mais de 15% e Drama ficou com quase 8%.

E, por incrível que pareça, a opção Terror não recebeu nenhum voto! Isso também aconteceu pela primeira vez.

Enquete nova

Hoje, coloquei no ar a pesquisa “Qual o seu nível de formação acadêmica?” A enquete quer descobrir a escolaridade de seus visitantes. Existem as opções Ensino Fundamental, Médio (completo ou incompleto) e Superior (completo ou incompleto). Se algum visitante estiver fazendo pós-graduação pode assinalar a opção Superior Completo e acrescentar um comentário.

A pesquisa ficará no ar até o próximo dia 26 de setembro. Só é possível votar uma vez em apenas uma opção. Você também comentar a pesquisa, acompanhar por e-mail e indicá-la para os amigos. Não deixe de votar.

Revista on line

Espero que estejam gostando das mudanças do RR. Acho que os visitantes mais assíduos já perceberam o que estou fazendo. Às segundas coloco o editorial e durantes os dias restantes da semana acrescento posts sobre cinema, quadrinhos e literatura. Ah, e comportamento, mas como menos freqüência (estou sendo cobrado por e-mail devido à falta de posts sobre comportamento).

Enfim, é como uma revista on line. O post de hoje seria a primeira página e os demais posts o conteúdo da “revista”. A capa é o logo acima. Que visão, hein?

RR em outro blog

O Raciocínio Rápido foi post do blog Fique Sabendo. Gostaria de agradecer ao Daniel pelo espaço. Confiram a entrevista que ele fez comigo por e-mail no post dele que ficou bacana.

Ah, e pelo post dele fiquei sabendo que o RR faturou o segundo lugar no concurso de Blogs Legais do extinto blog Músicas, Fotos e Filmes produzido pelo mesmo Daniel!

Atrações

Esta semana, colocarei no ar posts sobre duas publicações: SET Especial – Hype e Smallville. Voltarei (finalmente!) com os posts de comportamento falando um pouco sobre Hiperatividade, uma doença de nossos tempos, e um texto sobre O Chamado, um filme muito legal que revi este final de semana. Espero que gostem dos posts.

Li, hoje, uma nota, no Omelete, que diz que a bela atriz Naomi Watts andou tendo problemas com o diretor de O Chamado 2. Aliás, esta produção sofreu diversos imprevistos que adiaram sua estréia de novembro deste ano para março do ano que vem. Espero que estes contratempos não comprometam o resultado final do produto.

Uma boa semana a todos.



 Escrito por Khêder Henrique às 19h52
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   Khêder Henrique

 

 

 

Khêder Henrique mangá

 

 

    22 anos

    Estudante de Jornalismo

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Raciocínio Rápido

 Blog sobre cultura e comportamento produzido por Khêder Henrique

 Março - 2004

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