Notas Virtuais
Hoje é sexta-feira! Dia de Notas Virtuais.

Logotipo do Tabaco Zero
Imagem: http://www.tabacozero.net/imagens/topo_01.gif
Tabaco Zero
Para começar, um site para os fumantes que vivem dizendo que largarão o cigarro.
O site se define como “uma rede composta por organizações da sociedade civil, associações médicas, comunidades científicas, ativistas e pessoas interessadas em coibir a expansão da epidemia tabagista”.
TNT Latin America
Este é a versão para a América Latina do site do canal de TV a cabo TNT.
Bem completo, o forte da página é apresentar os destaques da programação do canal de televisão.
Name Satatistics Veja qual a popularidade de seu nome neste peculiar site. Basta digitar seu nome para descobrir quantas pessoas, possivelmente, também o possuem nos Estados Unidos. MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo
Este é o site do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Mais do que mostrar quais as próximas atrações do local, a página em si já é uma arte.

Logotipo do World 66
Imagem: http://www.world66.com/images/logo_beta_leftside.gif
World 66
Que tal um guia de turismo gratuito construído por pessoas que visitaram diferentes locais por todo o mundo?
Neste site, em inglês, estão disponíveis informações sobre vários destinos turísticos do planeta. Se estiver visitando um local interessante, você pode voltar mais tarde ao site para contribuir com suas opiniões.
Perca-se pela web e até a semana que vem.
Escrito por Khêder Henrique às 18h47
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Comportamento: Preconceito

Capa da edição de Carta Capital com o texto de Gianni
Carta
Imagem: http://cartacapital.terra.com.br/lib/util/exibeImagemEdicao.php?id_edicao=115
Na verdade, este não é um post
sobre preconceito realmente. Gostaria de pensar um pouco sobre um artigo
assinado por Gianni Carta, publicado em Carta Capital
nº 307, de 8 de setembro de
2004.
No texto intitulado
“Secularismo vira religião”, Carta explica que no início de setembro,
na França, entrou em vigor uma lei que proíbe símbolos
ostensivos de fé nas escolas. Ou seja, uma católica não pode utilizar
crucifixos e uma muçulmana não pode mais utilizar um véu quando for estudar. E
Carta sentencia: essa lei “semeará ainda mais ódio entre os jovens vivendo
em comunidades marginalizadas”.
Engraçado eu escrever este texto
hoje quando estou tentando assistir a um filme (post da semana que
vem) chamado Fernão Capelo Gaivota que conta a
história de uma gaivota rejeitada por seu bando por querer ser diferente e
praticar o que outras aves de sua espécie não costumam
fazer.
Inibir símbolos que remetam a
determinadas crenças pessoais é, de certo modo, tirar a liberdade civil de
alguém. Não devemos respeitar os costumes e crenças das outras pessoas? Por que
proibi-las de manifestar de alguma forma suas ideologias? Ao fazer isso não
criamos uma regra que funciona como religião? Algum tipo de censura que impede
uma pessoa de praticar seus hábitos pessoais e a força ir contra mandamentos de
sua igreja?
É uma questão delicada. Ainda mais
na França que tenta separar o Estado e a Igreja, mas que em sua revolução de
1789 lutava por liberdade e igualdade.
Há outro ponto a se pensar: hoje,
ser diferente ou carregar certo símbolo que reflita uma idéia sua é uma forma de
buscar identidade. Tire isso de uma pessoa e você inibe sua tentativa de ser um
ser único.
Se eu carrego um símbolo que
represente uma crença minha e isso não afeta a liberdade de ninguém, que mal há
nisso?
Não pretendo chegar a nenhuma
conclusão com um texto tão curto como este, apenas lançar a idéia e fazer outros
refletirem também. Há grupos religiosos que pedem a revogação da tal lei. Se
isso acontecerá, eu não sei. Mas devemos pensar em como uma lei como essa pode
mudar o comportamento das pessoas. Que outro sentimento preenche uma pessoa, se
não a revolta, quando é negada a ela o direito de utilizar um simples objeto ou
adorno que representa algo em que ela acredita?
Escrito por Khêder Henrique às 18h27
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Cinema (DVD): American Pie 3 – O casamento

Pôster do filme
Imagem: http://www.universal-pictures.de/bildarchiv/bcover_vhs/american_pie_3_vhs.jpg
A cinessérie American Pie começou com um filme que ninguém sabia do que se tratava e com atores desconhecidos, mas que acabou por arrebatar um grande público disposto a ver quatro adolescentes fazerem de tudo para perder a virgindade em sua festa de formatura.
A regra desse tipo de filme é simples: os personagens principais devem passar pelas mais bizarras situações com o único propósito de fazer a platéia rir. Em American Pie – A primeira vez é inesquecível, a fórmula funciona por apresentar personagens divertidos e desconhecidos do público na telona. Alguns estereótipos de adolescentes como o tímido, o atrapalhado ou o que “pega todas” são apresentados e vivem cenas ridículas, cuja mais marcante foi a de Jim (Jason Biggs) se masturbando com uma torta(!).
O segundo longa American Pie 2 – A segunda vez é ainda melhor, mostra a reunião dos quatro protagonistas do filme anterior após o primeiro ano da faculdade. Há um ar de saudosismo na película tanto por parte dos atores que se reencontram, como do público de rever personagens que os divertiram tanto anteriormente. Para se diferenciar do primeiro filme, este traz questões diferentes. Ao invés da perda da virgindade, outros temas são colocados como o namoro a distância, a conquista e aventuras sexuais de vários tipos. Aí o filme passa a ser mais bizarro que o primeiro para ser mais engraçado e acaba por ficar pior.
Isso é ainda mais verdadeiro em American Pie 3 – O casamento. Os produtores parecem ter desejado “chutar o balde” e realizaram o pior de todos os filmes com bobagens acima da média até para eles mesmo. Quem quer se divertir um pouco ou dar algumas risadas, irá conseguir com este filme, mas ele vai longe demais até para esses caras.

A turma de adolescentes pervertidos em foto do primeiro longa
Imagem: http://www.sholay.com/newkids/entertainment/pie.jpg
O mote da história é o vindouro casamento de Jim e Michele. Então, os amigos tarados têm de inventar despedidas de solteiro e outros brincadeiras para se dar bem com a mulherada. Incompreensivelmente, eliminaram o Oz (Chris Klein). Não sei o porquê. Em seu lugar, entra o quinto elemento dos filmes anteriores: o criador de caso, Stifler (Seann Willian Scott).
Stifler é o personagem mais anormal da série. Sempre o pegador, ridicularizava os amigos e fazia de tudo por uma boa transa. Mas neste filme ele passa por cima de todos os limites. E torna-se um personagem totalmente patético. Aqui ele fala mais palavrões, faz mais caretas e na tentativa de ser mais engraçado, Seann Willian Scott leva seu personagem ao cúmulo do esdrúxulo.
O mais irônico de tudo é que as cenas mais engraçadas do filme são justamente as protagonizadas por Stifler. As cenas da boate gay e da festa de casamento quando Stifler come a “trufa de chocolate especial” são as mais engraçadas e valem o filme inteiro. São divertidas por colocar em situações ridículas justamente o personagem que mais se dava bem anteriormente. Não que ele nunca tenha se dado mal (alguém se lembra do banho de “champagne” do segundo filme? Eca!).
Stifler ilustra bem o espírito desta cinessérie. É ridícula. E é para ser assim. Se não bastassem adultos fazendo papéis de adolescentes, esses filmes possuem algumas pérolas tão escrotas que nos fazem pensar... A censura é de 18 anos. Será que os filmes não são feitos, na verdade, para uma faixa etária abaixo dessa censura? Muitas vezes passa pela minha cabeça que Amercian Pie é aquele tipo de filme feito para um cara de 16 anos que entrará escondido no cinema ou que assistirá ao filme, pois o irmão mais velho o alugou na locadora.
Não estou detonando com a série, mas convenhamos que há momentos que até os limites impostos pelo próprio enredo (se é que existe um) são ultrapassados e que o nível cai drasticamente só para ser mais engraçado. Oras, há outras formas de se fazer rir.
Antes que me esqueça, este terceiro filme foi o mais “forçador de barra”, pois, por todo o elenco, era considerado o último. Mas li recentemente que um quarto filme poderia estar em produção, porém com uma nova geração de adolescentes alucinados por sexo liderados pelo irmão menor de Stifler que aparece brevemente em American Pie 2. Parece que os fãs desta torta não ficarão órfãos tão cedo já que uma nova fornada deve ser servida em breve.
Escrito por Khêder Henrique às 18h20
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Histórias em Quadrinhos: Slayers

Capa da primeira edição do mangá
Imagem: http://www.paninicomics.com.br/img/collanaNews/459.jpg
O selo Planeta Mangá, da editora Panini Comics, lançou, em julho, seu mais novo título: Slayers. Esta série narra as aventuras da feiticeira Lina Inverse e do mercenário e espadachim Gourry. A arte é de Shoko Yoshinaka e a história de Hajime Kanzaka.
A primeira edição de Slayers apresenta o primeiro encontro de Lina e Gourry. Aqui, aquele velho “clichezão”: os dois não se dão bem no início, mas durante as aventuras passam a ser bons companheiros. E é óbvio que ambos se tornarão ótimos amigos ou talvez até algo mais.
A arte de Yoshinaka é bonita, mas não traz nada de novo ao universo dos mangás. Existem aquelas cenas para pôsteres carregadas de detalhes, mas há também aquelas cenas em que o personagem é “deformado” para mostrar sua instabilidade emocional (e poupa trabalho para o desenhista). Lina é desenhada ora como menina, ora como mulher. Tudo bem que essa possa ser a idéia dos autores e eles queiram mostrar que a jovem feiticeira está na adolescência e sua idade (Lina tem 15 anos) só complica as coisas, mas essa “inconstância” cansa na metade da revista.
Acontece que para mostrar essa transição na protagonista, a história mostra Lina tomando atitudes sensatas em determinados momentos e imaturas em outros. Oras, se a garota viaja pelo mundo sozinha, convenhamos que ela deva ser mais madura que uma outra garota de sua idade com uma vida mais normal. Mas, ao contrário do poderíamos pensar, Lina parece uma menininha correndo com seus tesouros na mão (“consegui! O tesouro é meu!”). Ah, esqueci de dizer, ela é mercenária também.
O editorial da publicação apresenta Lina como uma garota temperamental e muito hábil com a magia e a espada, mas que também não é perfeita: “é claro que ela também tem seus pequenos defeitos, como se o de se apropriar dos tesouros dos outros. Mas, como geralmente são de bandidos, ninguém liga muito...”

A explosiva Lina Inverse
Imagem: http://www.inverse.org/e/bkg/chars/lina-try2.gif
Esse comentário entre aspas retirado da primeira edição da publicação resume bem o espírito de Slayers, cuja principal característica pareça ser satirizar atitudes ditas sérias. Aqui, roubar e brigar são como uma grande brincadeira. Talvez essa seja a forma dos autores cativarem os leitores, mas não me empolgou muito não.
O roteiro de Hajime – para uma primeira edição – deixa muito a desejar. Ele não apresenta os personagens corretamente. A história se inicia com uma caçada de Lina, mas esta já é conhecida como uma famosa feiticeira e quando Gourry atravessa seu caminho, este já possui sua fama de grande espadachim. Não há um princípio dos personagens. Quem são eles? De onde eles vieram? Quais seus objetivos? Lina fala durante a história toda que está indo para Atlas City. Que cidade é essa? O que tem de bom por lá?
Provavelmente, isso tudo ou muito disso será explicado nas próximas edições, mas entenda que uma primeira edição deva fisgar o leitor para ele ter curiosidade em descobrir estas coisas. Se você não conhecer um pouco que seja de um personagem você não se importa com ele, se não se importar por que ler suas aventuras?
Além do que as duas histórias que recheiam a primeira edição são bem fraquinhas. Na primeira, Lina rouba o tesouro de um bando de vilões. Logo em seguida, o irmão mais novo do líder do bando anterior quer vingança e o tesouro de volta. Ela derrota este novo bando e outro aparece e o líder é o irmão mais novo do líder do bando anterior. E assim por diante. Ou seja, ela enfrenta uma família inteira de bandidos que lideram grupos de mercenários diferentes. A piada pode até funcionar na primeira e na segunda vez, mas na terceira em diante já está mais que gasta.
Na aventura seguinte, Lina e Gourry são contratados para tomar conta de um tesouro. Bandidos aparecem e a dupla resolve a situação com muito porrada e explosões.
Pelo menos nesta edição, o ritmo das histórias é o mesmo. Conversa. Porrada. Conversa. Porra. Isso talvez reflita um segredo de Slayers: este é um dos poucos mangás inspirados num desenho e não o contrário como é habitual. Slayers antes de revista, era um anime. Nunca assisti ao programa, mas na TV as explosões e batalhas em excesso devam funcionar melhor. O que mais poderia explicar tanto sucesso?
Escrito por Khêder Henrique às 18h34
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Editorial

Imagem: http://images.orkut.com/images/klein/51/198551.jpg
E aí, galera?
Beleza?
Neste fim de semana, fui
ao Jockey Club de São Paulo. Nossa! Nunca pensei que fosse num
lugar assim. É interessante, mas, de fato, não iria se não fosse a trabalho.
Alguns trabalhos da faculdade de jornalismo me levaram a lugares onde o homem
jamais esteve (rs). Quer dizer, lugares que nunca pensei em estar. Isso é
divertido.
Apostei em um cavalo por causa
do nome que achei legal (o cavalo era chamado de Angel Dark) e
depois descobri que era o favorito! Mas o cavalo perdeu. AAAh! O
Alexandre Koda, do blog Metodisney, apostou R$ 1 no vencedor
e ganhou R$ 5. Já pensou se ele tive apostado R$ 10 ou R$ 100? Com esse prêmio,
o estacionamento saiu de graça.
O JC é um lugar muito
bonito, mas elitizado. Imagem esta que eles gostariam de perder. Mas só de dar
algumas voltas e reparar no lugar você percebe o clima. Logicamente, há pessoas
que apostam pouco, mas há gente que aposta em um dia mais do que eu ganho em um
mês. (suspiro) Podiam dar o dinheiro para
mim....
Mas chegar de falar do fim
de semana. Estou aqui para falar desta
página.
Nesta semana, vou colocar
no ar textos sobre o mais novo mangá da Panini
Comics, Slayers, sobre o filme
American Pie 3 e um post sobre
preconceito.
E, lógico, sexta tem mais
Notas Virtuais. Parece que essa nova atração foi um sucesso.
Foi bem recebida pelos visitantes e comentada. Conheço pessoas que viciaram no
jogo do Kill Bill. Fala sério
(rs).
Fico por aqui, pessoal. Uma boa
semana a todos.
Escrito por Khêder Henrique às 18h23
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Khêder Henrique

Khêder
Henrique mangá
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