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 "Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar."  

 Autor desconhecido


Notas Virtuais

O Video Help disponibiliza informações preciosas sobre as mais variadas mídias

Imagem: http://www.videohelp.com/images/ab/avs.gif

Vídeo Help

Você gostaria de obter mais informações sobre CD-R, entender a diferença entre DVD-R e DVD-RW, descobrir o que, no fim das contas, é um VCD e se seu modelo de DVD Player roda determinada mídia? Este é o site!

O Video Help é uma fonte de informações cristalinas para quem não entende nada do assunto. E ainda oferece uma lista com os mais variados modelos de DVDs Players disponíveis no mercado, onde são analisadas as capacidades destes modelos. Rodam Divx? SVCD? Aqui podemos tirar a dúvida.

O site é em inglês.

Stand Center

Este é a página oficial de um dos shoppings mais legais da capital paulista. Não tem cinema, mas tem outras coisas beeem interessantes. O que chama mais atenção são seus produtos a ótimos preços.

O site é só um aperitivo. O bom mesmo é ir ao vivo e a cores para conferir as ofertas que não estão no site. Ou seja, o que nos interessam... os produtos mais... alternativos.

O Stand Center fica na Av. Paulista. Todas as informações necessárias estão no site.

Bom, galera. Espero que a semana de todos tenha sido legal e desejo um bom final de semana e feriado para vocês.



 Escrito por Khêder Henrique às 22h09
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Comportamento: Comparações

 

Uma sociedade repleta de tipos e idéias diferentes possuem bons
exemplos a serem seguidos

Imagem: http://unimestre.uninformare.com.br/images/pessoas/pessoas.gif

Espelhar-se em outras pessoas é interessante quando podemos aprender algo com elas. Tentar repetir os seus grandes feitos e evitar seus erros. Não me refiro aqui a ficar desdenhando alguém (“eu tenho isso e aquele cara não tem”), mas a praticar uma comparação saudável de perspectivas em um campo vasto como uma sociedade tão diversa em formas de se pensar e agir.

É comum as pessoas se acomodarem quando estão numa situação confortável. “Ah, eu tenho um bom emprego e leio bem mais que aquele cara ali.” Certo, mas comparar-se a alguém que, em certos aspectos, está, segundo seus conceitos, um nível abaixo de você, é muito fácil. Você gosta de ler? Espelhe-se no cara que lê mais de um livro por semana e não no que lê um livro por ano, se ler. Você quer um bom emprego? Vai se espelhar naquele cara desempregado ou naquele que possui um serviço mais próximo de suas aptidões?

Quando pensei em escrever sobre comparações neste post, eu pensei em comparar-se com outras pessoas. E não ficar comparando pessoas. “Ciclano é bom nisso e naquilo enquanto Fulano não é nada disso”. Sinceramente, acho super desagradável quando rapazes ficam dando “notas” para as garotas que passam na sua frente. Acho isso uma falta de respeito sem tamanho. “9,5 para aquela ruivinha que tem muito peito”. “5 para aquela ali que não tem muitas curvas”.

Uma das definições do verbete “comparação” no Dicionário Michaelis é a seguinte: “faculdade de comparar as idéias”. Num espaço como uma sociedade cheia de tipos de pessoas diferentes, com idéias e hábitos tão distintos, comparar-se a elas ou pensar no que elas são maiores e melhores do que nós é um exercício individual recomendável para qualquer um. Oras, se não tivermos um ponto de referência como vamos saber que somos pessoas melhores do que fomos ontem? Como saber se estou mais sábio? Se aprendi algo hoje? Se estou mais próximo daquela pessoa que considero grandiosa?

Porém, mais importante do que comparar-se com outras pessoas é saber aonde queremos chegar. Não basta ter um ponto de referência sem uma finalidade. Aquele cara é demais? Ok. O que ele tem que eu não tenho? É uma maneira de buscar melhorar sempre em diversos aspectos. Não apenas progredindo no âmbito acadêmico, fazer a graduação e depois uma pós, mas crescer como pessoa. Destacando-se como indivíduo dentro da sociedade para, mais tarde, tornar-se você próprio, um exemplo a ser seguido.



 Escrito por Khêder Henrique às 18h59
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Imagens

Imagem: http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/images/2004100508.jpg  

Imagem 2: http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/images/2004100506.jpg

As duas fotos foram retiradas do site da galeria de imagens da Folha Online e são de autoria de fotógrafos da agência Reuters.

A primeira traz a seguinte legenda: "Após 18 anos de inatividade, o vulcão Santa Helena desperta e solta fumaça sobre o céu do estado de Washington, EUA; cientistas dizem que erupção é iminente."

A segunda legenda revela: "Pára-quedistas saltam do arranha-céu mais alto da China, a Torre Jinmao, em Xangai. Os desportistas saltaram de uma altura de 421 metros". Uma cena bastante cinematográfica, na minha opinião.

Por hoje é só. Amanhã, comportamento. Até lá.



 Escrito por Khêder Henrique às 18h54
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Histórias em Quadrinhos: Super-Homem – O Adeus

A capa da publicação

Imagem: http://www.operagraphica.com.br/a_capas/albuns/superhomem_adeus.jpg

Escrita por Alan Moore, esta é, por muitos, considerada a maior história de todos os tempos já produzida com o Super-Homem. É difícil contextualizá-la, mesmo para quem entende de quadrinhos.  Vamos por partes.

Bem resumidamente, a editora detentora dos direitos de publicação do Homem de Aço, a DC Comics, durante anos, foi comprando editoras menores e adquirindo novos personagens para seu universo de super-heróis. Além disso, quando alguns roteiristas começavam a trabalhar sobre determinado personagem não respeitavam o que o seu antecessor no cargo fizera com o mesmo personagem. Assim, a cronologia dos heróis era uma verdadeira confusão. Não demorou muito para este processo gerar um enorme problema: os leitores não se renovavam, pois não entendiam as histórias. Era necessário ler anos de aventuras para entender o que acontecia com aqueles heróis.

A DC, resolveu então, na década de 80, criar uma mega-saga chamada Crise nas Infinitas Terras que poria fim a bagunça e tudo seria reiniciado do zero. Ou seja, conceitos considerados ultrapassados seriam descartados (a maioria dos heróis havia sido criada nos anos 40 e 60 quando os quadrinhos eram bem mais inocentes), diversos personagens seriam eliminados e todas as aventuras apresentadas até ali seriam, cronologicamente, desconsideradas. Ou, simplesmente, aceitas como histórias imaginárias.

Isso afetou a todos os personagens da DC. Inclusive seu maior ícone, o Super-Homem. Desta forma, o Super-pós Crise era mais americano que alienígena do que seu antecessor, seus poderes só teriam surgido no fim da adolescência, ou seja, esqueceram sua carreira de heroísmos como Superboy, seu cachorro Krypto nunca teria existido e nem sua prima, a Supermoça, já que este Homem de Aço seria o último filho de Krypton. Entre outras mudanças.

Sim, isso tudo é muito confuso. O que interessa é que o editor do Super na época, Julius Schwartz, gostaria de colocar um ponto final nas aventuras do Super pré-Crise. Para fechar com chave de ouro uma série de histórias clássicas e lendárias ele convocou ninguém menos do que Alan Moore para escrever uma última aventura para o herói kryptoniano e Kurt Schaffenberger e George Pérez para ilustrá-la.

A história intitulada Super-Homem: O Adeus narra a última batalha do Homem de Aço contra Lex Luthor, Brainiac, Bizarro entre outros adversários. Moore, simplesmente,  tenta amarrar as pontas soltas de anos de aventuras e por fim a uma tortuosa cronologia em 48 páginas. E o cara consegue! Fico indignado com uma coisa dessas.

Neste álbum em preto e branco, lemos tudo a que gostaríamos de encontrar numa última história do Super. Desde o embate final contra seus mais terríveis e formidáveis adversários até a revelação para o mundo de sua identidade secreta.

Mesmo não lendo nenhuma outra história deste Super-Homem pré-Crise, é perceptível que ele vive num mundo bem mais inocente até para os moldes de suas aventuras e que a ficção científica presente extrapola todos os limites. Em determinada cena, por exemplo, Lana Lang fica tão poderosa quanto o último filho de Krypton após mergulhar numa banheira cheia de uma água mágica (rs).

Inocências e excessos à parte, a aventura é emocionante em todos os sentidos que uma história em quadrinhos possa ser. Os desenhos são estupendos e a narrativa não perde o fôlego em momento algum.

A edição brasileira da Opera Graphica ainda vem com uma reportagem especial de 15 páginas assinadas por Roberto Guedes que traça um panorama da carreira do Super nos EUA e Brasil.

Abaixo, você confere a sinopse da aventura que diz muito em poucas palavras:

Esta é uma história imaginária (que pode ou não acontecer) sobre um homem perfeito que veio do céu e só fez o bem. Uma história que fala de seu crepúsculo, quando as grandes batalhas haviam terminado, de como seus inimigos conspiraram contra ele e da batalha final nos desertos gelados, sob as luzes do norte; das mulheres que ele amou e da escolha que teve de fazer entra elas; de como ele quebrou seu juramento mais sagrado, e de como, enfim, todas as coisas que ele tinha lhe foram tomadas, com exceção de uma...

E tudo acaba num piscar de olhos.

E, então, começa numa cidade pacata do meio-oeste, numa tarde de verão, no futuro tranqüilo do meio-oeste.

Bem longe, na cidade grande, as pessoas, às vezes, ainda olham, esperançosas, das calçadas, tentando avistar uma mancha distante no céu... mas não: é apenas um pássaro, apenas um avião – Super-Homem morreu há dez anos.

Esta é uma história imaginária.

Mas, afinal, todas não o são?

Acho que não preciso dizer mais nada.



 Escrito por Khêder Henrique às 20h33
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Editorial

 

Imagem: http://images.orkut.com/images/klein/51/198551.jpg

Oi, pessoal!

Meu final de semana foi ótimo! E o de vocês?

Embora tenha “sacrificado” meu domingo para fazer um trabalho, meu sábado foi pra lá de divertido. Uma turma e eu acompanhamos o Thiago no lançamento de um livro. Ele está produzindo uma reportagem para o miXelânia.

O lançamento da obra “Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula” aconteceu na Comix Book Shop, próximo a Av. Paulista. Algumas fotos e autógrafos depois, como não poderia deixar de ser, comprei alguma coisa. Adquiri o excelente Super-Homem: O Adeus, de Alan Moore (aguarde o post nesta semana).

No mesmo sábado, comprei, finalmente, minha câmera digital. Para quem entende de câmeras digitais, basta dizer três palavras: Canon PowerShot A75. Quem não entendeu, eu explico: a Canon é uma das melhores marcas em matéria de fotografia. Este modelo que comprei é tanto manual como automática. Assim, posso tirar fotos apenas apertando o disparador, no automático, e posso ousar em algumas fotos, no manual, mexendo na velocidade e zoom da câmera.

E, por tratar-se de uma digital, não gasto com filme. A câmera também funciona como uma modesta filmadora que grava vídeos de até 30 segundos na melhor qualidade. Isso sem falar nos recursos de praxe de algumas digitais como tirar fotos em preto e branco, sépia e visor LCD, para visualizar as fotos antes de imprimi-las ou baixá-las para o PC.

Mas, o bom do sábado mesmo foi não trabalhar e passar o dia com a minha namorada!

Pensando bem, agora, até que, depois de um sábado tão bacana, “sacrificar” um domingo chuvoso de eleições não foi tão ruim assim.

Uma boa semana para todo mundo.



 Escrito por Khêder Henrique às 19h09
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   Khêder Henrique

 

 

 

Khêder Henrique mangá

 

 

    22 anos

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 Blog sobre cultura e comportamento produzido por Khêder Henrique

 Março - 2004

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