Notas Virtuais
O fim de semana chegou. Vamos nos
perder na internet?

O crítico literário profissional Miguel Sanches
Neto
Imagem: http://www.miguelsanches.com.br/v1/fotos/foto1_peq.jpg
Miguel
Sanches Neto
Esta bela página é o site pessoal
do crítico literário profissional Miguel Sanches Neto. Miguel
possui textos de sua
autoria publicados em diversos veículos como República e
Bravo!, O Estado de São Paulo,
Jornal da Tarde (São Paulo) e Poesia Sempre e
Jornal do Brasil (Rio de Janeiro) e Carta Capital.
O autor nos apresenta em seus
textos, de forma saborosa, os bons motivos para se evitar ou procurar determinada obra para
leitura. Ele é um de meus críticos favoritos.
Ética na
TV
Seja por divulgar o que se faz de
bom para este difundido meio de comunicação ou por nos alertar para o que há de pior nele, aqui
está uma rara página que combate a baixaria na televisão.
Por exemplo, sabe quem é o
tricampeão do ranking de baixaria na TV?
João Kléber (esse é difícil de perder).
"Quem financia a Baixaria é
Contra a Cidadania"

Foto do dia do Partenon 2.0
Imagem: http://spb.jotelog.cl/2004/10/22/1-414128.jpg
Partenon
2.0
Esta é a versão
2.0 do meu diário de fotos virtual! O
Partenon era um fotoblog, um serviço de flogs do
UOl. Este novo Partenon é um jotelog, um fotolog chileno.
Fotos divertidas e significativas
da vida de minha pessoa te aguardam neste endereço.
Percam-se na net, mas voltem
segunda-feira para cá.
Um bom fim de semana a
todos.
Escrito por Khêder Henrique às 21h19
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Música: Trilha sonora de Kill Bill

Imagem: http://i.s8.com.br/images/cds/cover/img4/219774.jpg
Imagem 2: http://i.s8.com.br/images/cds/cover/img8/248798.jpg
Os freqüentadores desta página,
tanto assíduos como esporádicos, estão carecas de saber que adoro
cinema. Então, acho que não é surpresa nenhuma eu dizer que, em
matéria de música, eu adore escutar trilhas sonoras. Quando bem
selecionada, a trilha passa a exercer um papel tão importante na película quanto
sua direção de fotografia ou direção de atores.
A trilha de Kill
Bill é um caso destes. Ainda mais por ser amplamente divulgado que
Quentin Tarantino, o diretor do filme, é um declarado amante da
música. Uma das propostas de Kill Bill é homenagear vários gêneros do cinema e
outras formas de expressão da cultura pop. E isso se reflete em sua
trilha.
O volume 1 traz
faixas como That Certain Female – música que toca quando o
xerife vai a capela verificar o incidente no casamento da Mamba
Negra –, que lembra uma balada country, até The Flower of
Carnage (Meiko Kaji), uma canção em japonês que
poderia tocar em qualquer encerramento de um anime, passando pelo merengue
Don't Let Me Be Misunderstood (Santa
Esmeralda), que já foi até canção de novela global – tema da luta entre
a Noiva e Boca de Algodão –, e Battle
without Honor Or Humanity (Tomoyasu Hotel), a música
tema principal do filme que embala as cenas em câmera lenta. Daquelas que nos
pegamos cantando por aí.
Prefiro o volume
2 por trazer mais músicas instrumentais. Quem já escutou as trilhas
pode até dizer que o volume 1 traz muitas instrumentais, porém diversas faixas
do primeiro disco são vinhetas como Ironside (Quincy
Jones) – faixa que toca quando a Noiva encontra alguém de quem deseja
se vingar – que tocam em momentos específicos do filme e, em geral, mais de uma
vez. A trinca instrumental Summertime Killer (Luis
Bacalov), The Chase (Alan Reeves, Phil Steele And
Philip B.) e A Silhouette Of Doom (Ennio
Morricone) já valem o preço do segundo CD.
É bom lembrar que ambos os discos
trazem em algumas faixas, não canções, mas diálogos ou monólogos representativos
de alguma cena que possuem importância relativa na trama, mas nada que revele
algum segredo ou surpresa do filme.
O grande barato de uma boa trilha
é nos fazer reviver as emoções de um filme. É como ter a mesma experiência de um
ponto de vista diferente. Simplesmente colocar uma música qualquer para tocar em
determinada cena de um filme pode até surtir efeito. Podemos até associar a
faixa a tal cena, porém colocar a música adequada que case com a cena em
dramaticidade é como sair do cinema com um brinde no inconsciente. Pode apostar:
quando ouvir a trilha bem selecionada de um bom filme, basta fechar os olhos
para reviver velhas emoções de uma nova maneira.
Escrito por Khêder Henrique às 18h27
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Imagens

Imagem: http://n.i.uol.com.br/ultnot/assuntododia/041020_f_004.jpg?rf=1098304464024
Imagem 2: http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/images/2004101602.jpg
Com a proximidade do GP
Brasil, os amantes da velocidade ficam exaltados e fotos como essa
fazem a diferença. De autoria de Moacyr Lopes Junior, da
Folha Imagem, a legenda traz os seguintes dizeres:
"Capacete de mecânico reflete carro da Williams após simulação de
abastecimento; GP do Brasil será neste domingo".
A segunda imagem é mais...
religiosa. A foto de Anwar Mirza para a agência
Reuters mostra "O sol ajusta-se atrás de mesquita durante o
segundo dia do Ramadã [mês sagrado dos muçulmanos], em Dubai (Emirados Árabes
Unidos)".
Escrito por Khêder Henrique às 18h45
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Televisão: qualidade de produção

Serginho Groisman e seu Altas Horas
Imagem: http://altashoras.globo.com/images/logo.jpg
É revoltante escutar aquela
ladainha sobre “padrão Globo de qualidade” tanto da emissora carioca
quanto de alguns telespectadores. Não é porque é produzido pela Globo que é
melhor. Preconceito semelhante e inversamente proporcional acomete os filmes
brasileiros. “Filme brasileiro não é bom” ou “não é bom porque é
brasileiro”. As pessoas deviam se esclarecer mais antes de falar coisas do
tipo. Em matéria de cinema, existem coisas boas e ruins tanto aqui, como em
Hollywood, Europa e Japão. Em
TV, a mesma coisa: a Globo pode conter os recursos técnicos mais avançados, mas
isso não é garantia de qualidade. Existem bons profissionais tanto na
Rede Globo como na Record e
Band, por exemplo.
A idéia para escrever este post me
veio no sábado quando assistia ao programa Altas
Horas, com o Serginho Groisman. O
apresentador foi ao Japão para, entre outras coisas, acompanhar
uma breve turnê de Sandy e Júnior por lá. Fala
sério! O que foi aquilo? A matéria era interrompida a cada dois minutos por uma
vinheta bonitinha que não funcionava mais na quinta repetição. Ela mostrava um
circula escarlate que irradiava raios vermelhos como um sol e imitava a bandeira
japonesa, pois ficava sobre um fundo branco. Era embala por uma baladinha
japonesa e era posta para separar momentos da matéria. O problema é
que a reportagem simplesmente não mostrava nada. Em um momento, Serginho estava
em uma feira e a câmera começa a se movimentar de tal forma que nos dava a
impressão de que estávamos andando pela feira também. O apresentar diz:
"estamos em uma feira de Tóquio. É muito legal, pois podemos comprar várias
coisas diferentes”. E corta pra vinhetinha! Eles não se deram
ao trabalho de mostrar um objeto vendido na feira! Que coisas diferentes eram
aquelas a que o apresentador se referia? Eu como admirador da cultura japonesa
fiquei bastante ofendido. Mas mostrar o Serginho falando japonês para apresentar
a Sandy e o Júnior em todos os detalhes sem edições, pode? Eu quero
ver o Japão e não a Sandy! Os caras têm a coragem de ir para o outro lado do
mundo e não se dão ao trabalho de fazer uma reportagem decente? E um cara desse
vai ao Japão a trabalho e eu não? Grrr. Outro exemplo gritante que
poderia expor aqui para contestar essa idéia ridícula de “padrão de Globo de
qualidade” são aquelas “matérias” durante a Guerra no
Iraque. Oras, que credibilidade um repórter passa ao falar, em
Londres, em frente ao Big Bang, sobre uma
guerra que está acontecendo no Iraque a quilômetros de distância de onde o
jornalista está? Vestindo com seu terno, aquele repórter que fez seu texto de um
resumo do que saiu em outros jornais, sabe o que, de fato, se passava no
Oriente Médio? Enfim, se você está entre estas
pessoas que alimentam esse estereótipo idiota, esqueça tudo isso. Ou então
alimente outro estereótipo. Algo mais próximo do real assim como um
“padrão Globo de falta de qualidade”.
Escrito por Khêder Henrique às 18h51
[]
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Editorial

Imagem: http://images.orkut.com/images/klein/51/198551.jpg
Oi,
galera!
Depois de uma semana
curtíssima e sem graça por não ter muito o que fazer (foi recesso
escolar em minha faculdade), ou melhor, adiando o muito que eu tinha
para fazer, estamos de volta!
Falta pouco mais de um mês
para o fim das minhas aulas e as coisas começam a andar beeem mais
depressa.
Deixando os contratempos,
provas e trabalhos vindouros de lado, vamos às
novidades.
Agora é
Jotelog!
Adeus fotoblog. Agora é
jotelog. Sim, o Partenon não existe mais. Hoje, uma nova fase se inicia com o Partenon 2.0. As fotos da versão anterior e
comentários estão todos lá. Não deixei nada se perder. Mas, a partir de hoje,
apenas fotos inéditas!!!
Pretendo dar mais atenção
ao meu flog desta vez.
Estadão
Não estou fazendo jabá,
mas vocês viram o “novo” O Estado de São Paulo que chegou as
bancas neste domingo? Novos cadernos (alguns apenas trocaram de nome) com uma
nova diagramação. Ficou mais bonito (parece mais com uma revista) e fácil
localizar as informações.
Destaque para o Link, um “caderno” virtual. Quer dizer, não é
bem um caderno. Funciona mais como uma comunidade virtual. Aonde será que já vi
algo
parecido...? miXelânia
Já visitaram o miXelânia? Então, visitem! (rs) Acho que esta
semana “posto” minha primeira matéria por lá (aquela sobre as máquinas que
vendem livros no Metrô).
13 mil
acessos
Semana passada, esqueci de
incluir este item no editorial: o RR atingiu a marca
de 13 mil acessos. É coisa para caramba (tratando-se de um blog de um cara
desconhecido). Obrigado a todos que freqüentam a página, desde o início ou
somente agora, ajudaram a divulgá-la ou que chegaram aqui por acaso! Voltem
sempre.
Sem mais (quanta
formalidade).
Uma semana produtiva para
todos!
Escrito por Khêder Henrique às 19h25
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Khêder Henrique

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Março - 2004

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