Notas Virtuais

Pin-up do site Revista Kaos
Imagem: http://www.revistakaos.com.br/imagens/pinups/gg.jpg
Guia do Estudante
Fim de ano é hora de avaliar o que passou de bom e ruim e o que fazer no próximo ano. Uma viagem para o exterior? Fazer uma faculdade? Mas como saber quais as melhores universidades e onde estão os melhores cursos?
O site do Guia do Estudante é o lugar ideal para responder a estas perguntas. E, embora seja uma página bem difundida, ainda existem aqueles que não a conhecem.
A página ainda oferece espaço para apresentar oportunidades de estágio e, como outros sites da Abril, nem todo o conteúdo é livre. Para ter acesso a determinados conteúdos é necessário o Passaporte Abril que conseguimos por meio de um cadastro.
Revista Kaos
Uma nova revista de cultura pop está na área. Quadrinhos, cinema e TV. Uma publicação da Editora Manticora que está a venda por R$ 7,50.
O preço é salgado, então, nada mais justo do que conferir o material da revista antes de tirar a grana do bolso. O site da revista traz entrevista com os autores, pin-ups e muito mais.
Universidade Metodista de São Paulo
Isso pode soar idiota: eu colocando a página da minha universidade por aqui. Mas há uma explicação: a Metodista está promovendo chats com os professores dos cursos da universidade com o intuito de atingir os vestibulandos.
Não é por ser da minha universidade, mas é uma opção pioneira, diferenciada e interessante. Você, por exemplo, que queira prestar para o Vestibular de Economia, pode conversar com um docente do curso para ter uma idéia de como será sua faculdade e o que aprenderá nela.
Bom, people. Fico por aqui. Até terça-feira e bom feriado a todos!
Escrito por Khêder Henrique às 20h31
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Comportamento: Reclamação

Se você é capaz de enxergar, por que reclamar de seus
problemas de vista?
Imagem: http://xupacabras.weblog.com.pt/arquivo/olharnosolhos.jpg
Protestar é uma ação constante na
vida de diversas pessoas. Eu mesmo reclamo muito. De um texto que não ficou como
queria. De algo que poderia ser de uma forma que nunca poderá ser. Em geral,
tudo que é reclamação envolve a idéia preexistente de que a vida – de alguma
forma, em algum sentido – deveria ser mais justa.
Poder ser a namorada que te
deixou. “A vida não é justa”. Pode ser o emprego do qual se foi
demitido. “Isso não é justo”. Pode ser uma morte que arranca de sua
vida uma pessoa importante para você. “Isso não pode ser
justo”.
Mas a vida segue seu fluxo.
Insensível. Sem segunda chance. Direta e reta. Somos apenas vítimas dela. Esse
fato de que somos fracos diante da vida nos faz reclamar. E reclamamos disso e
daquilo e daquilo outro, porém reclamamos até quando não deveríamos ou
poderíamos reclamar.
Você que acessa este blog pode
estar reclamando da velocidade da conexão discada da Internet em sua casa.
“Droga, o RR demora para carregar por aqui”. Pois
é. Mas você é um felizardo, cara. Pois você integra uma minoria que possui
acesso à net, é um incluído digitalmente e até possui um PC em casa com acesso à
net. Quem deveria estar reclamando não sou eu ou você, mas aqueles que não
possuem nada disso ou não entendem nada de informática (algo tão vital hoje em
dia) por falta de oportunidades.
Tem uma história minha que ilustra
bem o que quero dizer neste post. Eu tenho 6 graus de miopia e 2 de
astigmatismo. Sem óculos não enxergo muita coisa (rs). Eu uso lentes de contato
e estes dias estou com um probleminha: surgiu um edema no meu olho esquerdo.
Dentro do olho. Nada demais. Um inchaço. Causado pelas lentes de contato. A
solução do problema? Simples: ficar sem usar as lentes por algum tempo. Até o
inchaço sumir. Só que a besta aqui não tinha óculos para utilizar em caso de
necessidade. Mandei fazer os óculos para mim, só que eles demoram um tempo para
ficarem prontos. Até lá tenho de me virar como posso com as lentes.
O edema não permite que a lente do
olho esquerdo fique no lugar. Então, ela fica “passeando” pelo meu
olho. O que o irrita e o faz lacrimejar. Enfim, é mais fácil eu ficar apenas com
a lente do olho direito. Só que, desta forma, fico enxergando apenas com um dos
olhos. E, óbvio, reclamei disso para um amigo.
Então ele me contou a história
dele. Ele nasceu estrábico e fez uma cirurgia para aumentar seu campo visual. O
progresso atingido é que com o olho direito ele enxerga 30% do que poderia sendo
que antes ele quase nada enxergava (o olho esquerdo enxerga muito bem,
obrigado). Sou amigo dele há tempos e não sabia de nada disso, pois ele nunca
reclamou.
Como ele diz, ele nasceu assim,
então não sabe como é “ver melhor”. Então, está bem do jeito que está.
E eu que não estou podendo enxergar normalmente com o olho esquerdo por uma
semana e estava achando isso o fim do mundo. Fala sério!
Nesses momentos que percebemos
como reclamamos a toa. Quem deveria estar reclamando? Eu que tenho oportunidade
de comprar lentes de contato? Eu que posso enxergar? Eu que vejo 100% quando
estou com meus óculos ou lentes de contato? Ou um cego? Alguém que nasceu sem
ver? Ou ainda, alguém que possui problemas visuais e não possui dinheiro para
pagar um tratamento oftalmológico?
Mais do que reclamar por reclamar,
que reclamemos para protestar contra absurdos ou reivindicar metas atingíveis e,
de fato, justas.
Escrito por Khêder Henrique às 17h25
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Literatura: Sex and the city

A capa da obra
Imagem: http://www.siciliano.com.br/capas/8501065986.gif
Demorei muito para ler esta obra. Interrompi sua leitura diversas vezes antes de chegar ao seu fim para fazer coisas mais interessantes. Passadas as 352 páginas, só tenho uma coisa a dizer: perdi muito tempo com Sex and the city... à toa.
É importante destacar que este tomo não é um romance, mas uma coletânea de histórias que revelam o que acontece debaixo dos lençóis dos nova-iorquinos. São revelados seus fetiches, fantasias, medos e...hã... até suas posições preferidas.
Diferente da (muito superior) série de televisão, que traz como protagonistas quatro divertidas mulheres na casa dos 30 anos bem sucedidas profissionalmente e “disponíveis”, o livro apresenta personagens inconsistentes e nem um pouco cativantes. Há desde o homossexual que nega veemente sua opção sexual e as mulheres fúteis que se sustentam com as pensões de seus casamentos que chegaram ao fim até os “modelengos”, ou seja, homens que saem apenas com modelos e uma jornalista que escreve uma coluna sobre sexo e está atrás de todas estas histórias. Essa personagem é a Carrie da TV, mas aqui ela vive um dramalhão no melhor (ou seria pior?) estilo de novelas mexicanas com Mr. Big.
O livro aborda uma sociedade tão distante da realidade da maioria das pessoas que a identificação é muito improvável. O que sobra é o fator de curiosidade. Curiosidade sobre um estilo de vida tão sem sentido, tão fútil que dá até imaginar porque aquele astro famoso trilhou o caminho das drogas ou determinado playboy foi à ruína.
E é este estilo de vida que cansa a leitura, pois permeia todo o livro. Estamos falando de pessoas que passam os fins de semana em Aspen para esquiar ou resolvem não trabalhar na manhã seguinte porque estão “curtindo” uma ressaca terrível. Pessoas que vivem em badaladas festas e saem em colunas sociais fazendo de tudo para manter as aparências. Pessoas que não possuem problemas financeiros. E quando dinheiro não é problema, quais seriam os obstáculos da vida? Os subterfúgios criados por estas mesmas pessoas que buscam significados para suas vidas medíocres. Daí tantos personagens que nunca sabem o que querem, não conseguem sustentar um relacionamento, pois sofrem constantemente de “apaixonites” por todos os seres humanos interessantes que aparecem pela frente ou mulheres interessadas mais no tamanho do pênis do que do cérebro de seus parceiros.
O livro, logicamente, não é apenas ruim. Do contrário, só a loucura explicaria esta obra inspirar a criação de uma badala série de TV homônima. A principal diferença entre livro e série televisiva é a ausência do quarteto feminino no qual se centram as histórias apresentadas na TV. No livro, a constante mudança de personagens prejudica o ritmo da leitura. Quando passamos a gostar de certo personagem sua história termina e ele não volta a aparecer, mesmo quando a obra continua a falar do mesmo grupo de pessoas de uma mesma cidade: a elite de Nova York.
As partes legais sãos as anedotas sobre esta ou aquela transa e alguns diálogos inspiradíssimos sobre algo tão trivial na vida de todos nós, mas um assunto tabu discutido apenas entre os mais íntimos amigos: o sexo.
Apresentar a visão feminina sobre o sexo com inteligência, elegância e bom humor é o grande charme da série de TV e, ao mesmo tempo, a maior ausência do livro. Este é um dos poucos casos em que a obra derivada é bem superior a original.
Título: Sex and the city (O sexo e a cidade) Autor: Candace Bushnell Editora: Record Preço: R$ 35 Número de Páginas: 352 Ano de Publicação: 2003
Escrito por Khêder Henrique às 17h47
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Feliz Aniversário, Andréa!
Olha a moça aí
Imagem: http://spb.jotelog.cl/2004/11/03/1-475391.jpg
Peço
licença a todos que buscam por aqui textos sobre comportamento ou resenhas de
algum livro ou filme para dar os parabéns para minha namorada que completa mais
um ano de vida no dia de hoje!
Só
queria desejar tudo de bom para alguém elegante o suficiente para conquistar tão
facilmente nossa admiração e respeito. Isso é fato: é muito fácil gostar da
Déa. Tímida como ela só. Alegre e sorridente. Aproveita e dá um valor a
vida como poucos.
Torna
os meus dias mais ensolarados e sua companhia tem capacidade de “apenas” me
fazer sentir muito especial. Muito compreensiva, está sempre ali quando preciso.
Seja para comemorar uma vitória ou me animar quando sofro uma
derrota.
É
aquela pessoa única que te completa. A química entre a gente é perfeita!
Perfeita ao ponto de sorrirmos de nós mesmos e nos divertimos com as coisas mais
simples da vida. Seja no carro quando dirijo sem rumo numa noite fria e chuvosa,
seja discutindo ao tentar descobrir qual é o cantor de uma música que nunca
havíamos escutado anteriormente.
Você é
uma namorada muito legal,
moça!
Escrito por Khêder Henrique às 00h00
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Editorial

Imagem: http://images.orkut.com/images/klein/51/198551.jpg
Oi, pessoal!
Estive ausente por aqui. Ausente? É, ausente. Muita correria na faculdade e o RR foi ficando de lado. Não foi minha intenção. É claro.
Bom, espero recompensar a todos durante esta semana com posts bem legais que preparei durante o fim de semana.
Finalmente, terminei “Sex and the city” e colocarei minhas considerações sobre a obra literária por aqui. Atendendo a pedidos, um post de comportamento. Nesta semana: o ato de reclamar. Como assim? Aguardem.
Amanhã, rola uma surpresa para uma pessoa especial (espero que todos entendam)(rs).
E sexta, o “já-de-casa” Notas Virtuais.
Não, esta semana nada de Imagens. Parece que muitos não gostam e, nesta semana, não será preciso, pois há posts para todos os dias. Porém, quem não gosta deve compreender que embora os posts de Imagens sejam descaradamente um excelente “tapa-buraco da programação”, quando alinhavados com alguma razão, fazem muito sentido.
Quem não reparou, a foto do maluco contra o leão que coloquei na semana passada antecipou a mesma imagem que faz parte de um vídeo exibido no Fantástico de ontem e a foto de Bush (que coloquei no ar no mesmo dia) com cara de besta foi capa de Carta Capital desta semana com os seguintes dizeres: Dane-se o mundo (foi exatamente isso que senti quando vi a foto: estamos ferrados!).
Embora, a linha editorial do RR seja trazer posts leves e declaradamente otimistas com relação a vida, devemos ter sempre os pés no chão. Nos divertir, mas com a cabeça no lugar.
Uma boa e produtiva semana para todos.
Escrito por Khêder Henrique às 17h59
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Khêder Henrique

Khêder
Henrique mangá
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Leitor sempre que
possível
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comportamento produzido por Khêder Henrique
Março - 2004

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