Imagem
Imagem: http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/news/batman_begins/poster_br.jpg
Esta imagem não dá nem para comentar. Excelente pôster do vindouro filme Batman Begins que mostrará a busca de Bruce Wayne por aprimoramento físico e mental e seus primeiros meses em Gothan City como o Cavaleiro das Trevas.
Escrito por Khêder Henrique às 19h31
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Histórias em Quadrinhos: Marvel Millennium – Homem-Aranha # 35
A capa da publicação
Imagem: http://www.paninicomics.com.br/img/collanaNews/515.jpg
De uma forma ou de outra já mencionei esta publicação por aqui. Na minha opinião, junto com Marvel Max, estas são as revistas em quadrinhos de super-heróis mais interessantes sendo publicadas atualmente no Brasil. Destaco esta 35ª edição em particular por ser um novo ponto de partida e uma segunda chance para novos leitores começarem a acompanhar esta revista.
Marvel Millennium reúne os selos do Universo Ultimate da maior editora de quadrinhos do mundo: a Marvel Comics. Mas o que é o universo ultimate? É uma atualização. Esqueça tudo o que você sabe sobre personagens como Homem-Aranha, X-Men e Vingadores. Nesta realidade, esses personagens têm suas origens recontadas e atualizadas para um novo público.
O Homem-Aranha ultimate é, de fato, espetacular. Um adolescente talentoso que tem sua vida mudada pela picada de uma aranha alterada geneticamente. Os roteiros excepcionais de Brian Michael Bendis (um dos meus roteiristas preferidos) conseguem te fiscar a cada página mesmo quando a trama da revista não traz nenhum soco. E arte estupenda de Mark Bagley é de encher os olhos e passa toda a expressividade da vida conturbada de um adolescente. Some a isso as incríveis cenas de ação (que inspiraram algumas das tomadas dos dois longas-metragens do aracnídeo). Nesta edição, Peter Parker e sua namorada, Mary Jane, vão enfrentar problemas com o pai da garota que é contra o namoro do dois. Isso sem falar que o escalador de paredes lidará com uma bela e habilidosa ladra quando surge a Gata Negra.
X-Men ultimate, nesta edição, praticamente recomeça quando um novo aluno entra para o instituo Xavier. Prosseguindo com sua interminável luta para fazer crer que humanos e mutantes podem coexistir sem se matar, Charles Xavier e seus X-Men tem um novo problema pela frente: lidar com a opinião pública e o fato de que o novo x-man é um anjo com asas e tudo o mais. Religião e ciência se confrontam no roteiro do prolífero Brian Michael Bendis (que assumiu os roteiros de X-Men recentemente) e lindos desenhos de David Finch.
A única história que prossegue e exige a leitura prévia das edições anteriores é O Sexteto. Trata-se de uma mini-série que mostra a união dos piores inimigos do Homem-Aranha. O roteiro de (de novo) Brian Michael Bendis continuam muito bons, mas a arte de Trevor Hairsine não chega nem perto dos outros traços presentes na mesma edição.
Há muitos motivos para ler Marvel Millennium. Seja pela densidade psicológica conferida aos personagens por seus (re)criadores, seja pelos belos desenhos ou da percepção de que aqueles heróis existem num mundo o mais próximo possível de ser real como o nosso. Não é a toa que a Marvel é reconhecida por ter super-heróis mais humanos que os da DC. Este universo ultmaite, mais atual que o tradicional, reafirma esta máxima com estilo.
Título: Marvel Millennium – Homem-Aranha # 35 Editora: Panini Comics Preço: R$ 6,50 Número de Páginas: 100 Ano de Publicação: 2004
Escrito por Khêder Henrique às 11h45
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Comportamento: Prove!

O vestibular é uma prova desestimulante
Imagem: http://www.feb.br/processo%20seletivo.jpg
Como mencionei no
Editorial desta semana, eu trabalhei na organização do Processo
Seletivo Digital de minha universidade. E, embora estivesse um pouco
alheio ao nervosismo onipresente entre os candidatos, é impossível não pensar
naquelas pessoas e no que estavam passando, afinal, eu já havia passado por
aquilo. Certamente, o vestibular é o maior símbolo de que, durante toda nossa
vida, somos testados constantemente para nos encaixar no
sistema.
E isso é um saco. Pare para pensar
quantas vezes você já teve que ter paciência para conquistar a confiança de
alguém ou provar que você tem capacidade para executar determinada tarefa (em
uma entrevista de emprego, por exemplo) ou foi avaliado continuamente (em uma
semana de provas, para citar uma possibilidade).
OK. Vivemos em um mundo
competitivo onde existem pessoas demais para ofertas de menos. Mas é tão
patético tudo isso e não posso deixar de mostrar minha indignação, pois é tudo
muito falho.
Quando você marca uma data para
algum tipo de teste, já trata-se de uma predisposição para deixar a pessoa a ser
avaliada nervosa. Existem pessoas que garantem de pés juntos que o nervosismo e
a adrenalina ajudam a melhorar seu desempenho quando participam de algum tipo de
prova. Mas creio que isso é vantagem para poucos. A larga maioria se preocupa, e
muito, com uma importante prova que, de acordo com os parâmetros de nossa triste
sociedade, pode decidir os rumos que sua vida irá tomar.
Oras, a ansiedade atrapalha. A
expectativa, por si só, já pode botar tudo a perder. E é terrível assistir ao
“espetáculo” de alguém ter que provar meses ou anos de dedicação aos estudos em
apenas algumas horinhas. O pior é que nestas poucas horinhas uma pessoa está
sujeita a tantas adversidades que possam comprometer seu desempenho que é
difícil acreditar nessa idéia de vestibular. A pessoa pode estar num dia ruim.
Psicologicamente alterada ou emocionalmente inquieta.
Muitas universidades passaram a
chamar seus vestibulares de processos
seletivos. Seleção de quê? Dos indivíduos que ficam menos nervosos? Das
pessoas que conseguem se concentrar por mais tempo sobre um mesmo problema?
Todos sabemos que nada disso é justo. Nem sempre a pessoa que mais precisa ou
merece a vaga é o escolhido. E há ainda o caso dos indecisos que após a seleção
e subseqüente aprovação, trancam a matrícula ou largam a faculdade tirando vagas
de pessoas que realmente gostariam de estar em seus
lugares.
Isso tudo sem falar em outros
milhões de problemas como a qualidade de ensino no país. Ou que uma pessoa mais
humilde que não tem escolha senão entrar em uma universidade pública
dificilmente terá acesso ao ensino superior, pois conta apenas com anos de
estudos em escolas cujo aprendizado é insuficiente para preparar este candidato
para fazer frente a outro candidato que tenha estudado durante toda sua vida nas
melhores escolas particulares da cidade.
Sei que isso parece um grande
desabafo (e talvez seja realmente) e, possivelmente, não tenha colocado por aqui
nenhuma idéia interessante para debater, mas minha intenção é gerar a reflexão.
Se você, após ler este texto, vislumbrar por alguns instantes como seria um
mundo onde não fôssemos tão cobrados por tudo e por todos, onde o mundo
estivesse interessado em nos conhecer de verdade ao invés de nos oferecer provas
que acreditam poder dizer quem realmente somos, eu me considero
satisfeito.
Escrito por Khêder Henrique às 19h29
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Histórias em Quadrinhos: Batman – Pretérito Futuro

Imagem: http://www.paninicomics.com.br/img/miniseries/108.jpg
Imagem 2: http://www.paninicomics.com.br/img/miniseries/113.jpg
Batman: Pretérito
Futuro é uma mini-série mensal em duas edições publicadas pela editora
Panini Comics nos meses de setembro e outubro de 2004. A mini
narra uma aventura do Cavaleiro das Trevas durante seu primeiro
ano como vigilante de Gothan City quando o homem morcego
precisa enfrentar um assassino que possui visões do fim dos
tempos.
A sinopse da aventura empolga mais
do que a trama propriamente dita. Ela explora um Batman inexperiente que comete
diversos erros (nada que Frank Miller não tenha feito melhor e
maior em Batman: Ano um) e parece ser um ensaio para o vindouro
filme do Cavaleiro das Trevas, Batman Begins, com estréia para
maio de 2005. Isso porque os produtores do longa-metragem prometem uma abordagem
maior sobre Bruce Wayne. Ele não é apenas um cara que se veste de morcego. Ele é
um cara rico que sofreu um grande trauma quando criança. Ele poderia viver como
um bon vivant qualquer, mas ele não faz isso. Por que?
Esta história em quadrinhos segue
por este caminho. Gothan está agitada com o retorno de seu filho mais rico e a
imprensa e todo o centro comercial da cidade está atenta aos movimentos de
Bruce Wayne que chegou para reassumir o controle da empresa que
fora de seu pai e está promovendo uma série de medidas para cortar gastos. O que
está gerando muito desemprego.
Isso não fica bem claro, mas
parece que Bruce quer cortar gastos, pois precisa de dinheiro para financiar
outras atividades. Talvez alguma que envolva vestir uma capa e sair correndo
pelos prédios da cidade com brinquedos cheios de truques para capturar
bandidos.
O aparente menino mimado pode
querer fazer o bem, mas um ato impensado de uma pessoa em sua posição pode
prejudicar uma cidade inteira. E é o que a mini mostra e o que forja o vilão a
ser enfrentado por Batman.
Ted Krosby é um
humilde e esforçado vendedor de uma loja de departamento subsidiária das
Indústrias Wayne. Ele é um dos que vão parar na rua devido as medidas de Bruce.
O problema é que Ted possui estranhas visões que lhe revelam o futuro e isso é
um dom que vários bandidos não estão dispostos a
desperdiçar.
É uma questão de tempo até Ted
perder sua inocência e tornar-se um protótipo de Coringa.
Batman terá de enfrentar um rival que personifica justamente seu oposto.
Enquanto o Cavaleiro das Trevas está no auge de sua forma física e mental, é
rico e vive motivado por seu passado traumático, Ted é um doente física e
mentalmente, é pobre e vive motivado por vislumbres do
apocalipse.
Não importa quem perca ou vença,
este episódio será de grande valia para Batman aprender com seus erros e forjar
o caráter e postura com as quais fará carreira e o tornará uma lenda urbana.
Pode não ser uma grande história do Batman, mas no mar de histórias fracas que
foi a década de 90, esta é uma trama para se saborear.
Título: Batman –
Pretérito Futuro # 1 e 2 Editora: Panini
Comics Roteiro: Joe Casey Arte: Cully
Hammer e Dexter Vines Preço: R$ 5,40 cada
edição Número de Páginas: 68 páginas cada
edição Ano de Publicação: 2004
Escrito por Khêder Henrique às 19h39
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Editorial

Imagem: http://images.orkut.com/images4/mittel/51/198551.jpg
Oi, pessoal!
Como foram de fim de semana? O meu foi divertido e diferente.
Voltei a ser criança por alguns momentos após baixar alguns roms de Mega Drive em casa e jogar novamente games como Gonden Axe 2 (esse jogo é muito bom!) e Streets of Rage.
Trabalhei neste domingo, pois participei da organização do Processo Seletivo Digital de minha universidade. A minha universidade oferece as opções de vestibular tradicional (no papel) e o digital que é feito com o uso de computadores e um aplicativo bem interessante. O digital é interessante, pois, entre outras coisas, economiza o tempo do candidato que não precisa ficar passando a limpo o gabarito da prova. Tudo é automático e ele recebe, por e-mail, as respostas da prova minutos após o fim do exame. Prático, não?
As férias chegando e não sei o que fazer. Não sei se trabalharei nas férias. Não sei se viajarei. Não sei se ficarei em casa à toa. Simplesmente, não sei.
E vocês? Grandes planos para estas férias de verão?
Continuem ligados no RR, pois tem muito coisa por vir por aqui.
Escrito por Khêder Henrique às 18h34
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Khêder Henrique

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